o Santuário do Espirito santo
Texto Bíblico: I Co 6.19 Ou não sabeis que o nosso corpo é o templo do Espírito Santo, que habita em vós, proveniente de Deus, e que não sois de vós mesmos?
LIBERDADE CRISTÃ NÃO É LICENCIOSIDADE
1. O CRISTÃO COMO SANTUÁRIO DO ESPÍRITO Não pode contagiar o corpo – Mc 7.18 E ele disse-lhes: Assim também vós estais sem entendimento? Não compreendeis que tudo o que de fora entra no homem não o pode contaminar, Não pode prostituir o corpo – I Co 6.18 Fugi da prostituição. Todo o pecado que o homem comete é fora do corpo; mas o que se prostitui peca contra o seu próprio corpo. Não pode adulterar o corpo – Mt 5.28 Eu, porém, vos digo, que qualquer que atentar numa mulher para a cobiçar, já em seu coração cometeu adultério com ela.
2. O CRISTÃO COMO HABITAÇÃO DO ESPÍRITO Precisa ter uma vida purificada – I Jo 3.3 E qualquer que nele tem esta esperança purifica-se a si mesmo, como também ele é puro. Precisa ter uma vida santificada – Ef 5.26 Para a santificar, purificando-a com a lavagem da água, pela palavra, Precisa ter uma vida regenerada – Tt 3.5 Não pelas obras de justiça que houvéssemos feito, mas segundo a sua misericórdia, nos salvou pela lavagem da regeneração e da renovação do Espírito Santo,
3. O CRISTÃO COMO POSSESSÃO DO ESPÍRITO Somos pertencentes ao Senhor – – Dt 14.2 Porque és povo santo ao SENHOR teu Deus; e o SENHOR te escolheu, de todos os povos que há sobre a face da terra, para lhe seres o seu próprio povo. Somos exclusividade do Senhor - Tt 2.14 O qual se deu a si mesmo por nós para nos remir de toda a iniqüidade, e purificar para si um povo seu especial, zeloso de boas obras Somos incorporados no Senhor - Gl 2.20 Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim. Elaborado pelo pastor Adilson Guilhermel
A PAZ
Pr. Altair Germano
INTRODUÇÃO
A palavra paz entrou no Novo Testamento com uma história grandiosa. É a tradução da palavra hebraica shalom. É verdade que shalom significa paz, e como paz é traduzida na maior parte das referências em nossas Bíblias, embora existam outras possibilidades tais como: saúde (Sl 38.3), bem-estar (Gn 43.27), prosperidade (Jó 15.21). Shalom realmente significa tudo quanto contribui para o bem do homem, tudo que faz com que a vida seja verdadeiramente vida. Entre nós, paz passa a ter um significado um pouco negativo, ou seja, a ausência das guerras e dos problemas. Por exemplo, se numa batalha, as hostilidades propriamente ditas chegassem ao fim, sem haver mais lutas, provavelmente diríamos que houve paz; mas bem certamente o hebreu não chamaria de paz uma situação onde há terras queimadas, e onde as pessoas ainda se olham com um certo tipo de suspeita. No pensamento hebraico a paz é algo muito mais positivo; é tudo quanto contribui para o maior bem dos homens. A saudação shalom não expressa simplesmente o desejo negativo de que a vida da pessoa fique livre de problemas; expressa esperança e a oração positiva de que ela possa desfrutar de todas as boas dádivas e bênçãos da mão de Deus. Ao pensar no significado de paz, tanto no Antigo Testamento quanto no Novo, é essencial ter em mente o significado positivo da palavra.
A palavra grega para paz é eirene, que descreve a serenidade, tranqüilidade, o perfeito contentamento da vida totalmente feliz e segura. O caminho da retidão será a paz, e o efeito da retidão será a quietude e segurança para sempre (Is 32.17). O salmista deitar-se-á em paz e dormirá, porque é Deus quem o faz repousar seguro (Sl 4.8). Jeremias contrasta a terra da paz com a floresta do Jordão. (Jr 12.5). Esta palavra “paz” traz a calma e a serenidade da vida da qual o medo e a ansiedade foram banidos para sempre. No Novo Testamento a palavra paz, eirene, ocorre oitenta e oito vezes, e em todos os livros. O Novo Testamento é o livro da paz.
A ORIGEM DA PAZ
A paz provém da fé – A oração de Paulo pelos cristãos em Roma é que o Deus da esperança os enchesse com todo o gozo e paz no seu crer (Rm 15.13). A paz provém da certeza da sabedoria, do amor, e do poder de Deus. A paz provém de apostar sua vida na fé de que aquilo que Jesus disse a respeito de Deus é verídico.
A paz provém da fé que se aplica às obras – Há glória e honra para todos quantos praticam o bem, para o judeu e o grego igualmente (Rm 2.10). A paz provém da obediência que se fundamenta na total confiança em Deus. A vida cristã tem em primeiro plano a atividade intensa, e, como pano de fundo uma passividade sábia em que o cristão descansa em Deus.
A paz provém de Deus – Paulo fala da paz de Deus que excede todo entendimento (Fp 4.7). Com toda a probabilidade, isto não quer dizer tanto que a paz de Deus ultrapassa o poder da compreensão da mente humana, mas que a paz de Deus ultrapassa a capacidade de planejar da mente humana. A paz é muito mais uma coisa que Deus dá, do que algo que o homem cria.
A paz é um Dom de Jesus Cristo – Quando o Cristo ressurreto voltou para Seu próprio povo, sua saudação foi: “Paz seja convosco” (Jo 20.19, 21, 26). Conforme disse o Dr. James Stewart, quando Jesus Cristo ausentou-se fisicamente dos homens, não tinha bens nem posses para lhes deixar. Mesmo assim, Jesus sua última vontade e testamento: “Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou” (Jo 14.27). Em última análise a paz não é algo que o homem alcança – é algo que ele aceita.
A PAZ E OS RELACIONAMENTOS
O significado mais freqüente no Novo Testamento para a paz, envolve o “relacionamento certo em todas as esferas da vida”:
A paz é o relacionamento certo dentro do lar – Em 1 Co 7.12-16 Paulo orienta para que nas relações conjugais, sempre se procure manter a paz. Uma família e um casamento sem paz traz um grande prejuízo para o indivíduo. Que haja paz na tua casa!
A paz é o novo relacionamento entre judeus e gentios – Jesus, disse Paulo, é a nossa paz, porque de dois povos fez um, e derrubou o muro de hostilidades que estava no meio. Criou nEle mesmo um novo homem para tomar o lugar dos dois, fazendo a paz por este modo (Ef 2.14-17). No templo dos judeus no tempo de Jesus, havia literalmente uma parede que fazia divisão entre os gentios e judeus. Havia um sentimento mútuo de hostilidades. Em Cristo não há nem judeu, nem grego, nem escravo, nem liberto, nem homem, nem mulher (Gl 3.28). Em Jesus Cristo as barreiras estão derrubadas, e só nEle pode ser estabelecido o relacionamento certo entre uma nação e outra, entre uma raça e outra.
A paz descreve o relacionamento entre os irmãos na Igreja – Os cristãos devem manter a unidade do Espírito no vínculo da paz (Ef 4.3). Aos colossenses “Seja a paz de Cristo o árbitro em vossos corações” (Cl 3.15). Dentro da Igreja a paz de Deus deve governar todas as decisões.
paz descreve os relacionamento entre um cristão com todos os homens – É dever de cada crente esforçar-se por criar e manter um relacionamento de paz com todos os homens (Hb 12.14).
A paz descreve o relacionamento entre o homem e Deus- Mediante a obra de Jesus Cristo, pelo sangue, temos paz com Deus (Rm 5.1; Cl 1.20. Através da sua obra, o medo, a alienação, o terror e a distância já não existem e temos intimidade com Deus.
ILUSTRAÇÃO
“ Um rei ofereceu um grande prêmio para o artista que melhor pudesse retratar a idéia de paz. Muitos pintores enviaram seus trabalhos ao palácio, mostrando bosques ao entardecer, rios tranqüilos, crianças correndo na areia, arco-íris no céu, gotas de orvalho em uma pétala de rosa.
O rei examinou o material enviado, mas terminou selecionando apenas dois trabalhos.
O primeiro mostrava uma lago tranqüilo, espelho perfeito das montanhas poderosas e do céu azul que o rodeava. Aqui e ali se podiam ver pequenas nuvens brancas e, para quem reparasse bem, no canto esquerdo do lago existia uma pequena casa, com a janela aberta, a fumaça saindo da chaminé – o que era sinal de um jantar simples, mais apetitoso.
O segundo quadro também mostrava montanhas, mas estas eram escabrosas, os picos afiados e escarpados. Sobre as montanhas, o céu estava implacavelmente escuro e das nuvens carregadas saíam raios, granizo e chuva torrencial.
A pintura estava em total desarmonia com os outros quadros enviados para o concurso. Entretanto, quando se observava o quadro cuidadosamente, notava-se numa fenda da rocha inóspita um ninho de pássaro. Ali, no meio do violento rugir da tempestade, estava sentada calmamente uma andorinha.
Ao reunir sua corte. O rei elegeu essa Segunda pintura como a que melhor expressava a idéias de paz. E explicou: Paz não é aquilo que encontramos em lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho duro, mas o que permite manter a calma em nosso coração, mesmo no meio das situações mais adversas. Esse é o verdadeiro e único significado da paz.”
TEXTO COPILADO.
COMO VENCER A AMBIÇÃO
Introdução:
I. Ambição no mundo secular
II. Ambição na igreja
III. Como vencer a ambição
IV. O contentamento cristão
Introdução
Uma grande parcela do tempo da maioria das pessoas parece ser levada por dinheiro. Este fato não é surpreendente. O dinheiro nos capacita a adquirirmos comida, roupas e abrigo para sobrevivermos. Isto pode ajudar a eliminar muitos dos inconvenientes na vida. Além disso, o dinheiro abre as portas para atividades sociais e relacionamentos, para o aprendizado e para o lazer, e para outras coisas que nos ajudam a nos sentirmos bem. […]
I. O amor ao dinheiro
[…] Deus não quer que você viva em pobreza. Para algumas pessoas as coisas funcionam assim, porém esta não é uma necessidade aos olhos dEle. Deus usou pessoas bem-sucedidas e prósperas (como, por exemplo, Davi, Salomão, José e Daniel), de modo muito eficaz em sua obra. Por outro lado, a sua Palavra indica que o “amor ao dinheiro é a raiz de toda espécie de males” e que devemos nos manter livres deste amor. O que significa amar o dinheiro e como este amor pode ser a raiz de males em sua vida?
Nas Escrituras, o amor é operacionalmente definido como um compromisso que envolve sacrifício. O jovem rico exemplificou o amor ao dinheiro. Ele tinha boas intenções e autodisciplina. Havia estabelecido um histórico de obediência à lei, sendo verdadeiro e moral, honrando os seus pais e mantendo relacionamentos de qualidade com as pessoas que estavam à sua volta.
No entanto, Jesus identificou uma falha no caráter do jovem, que não permitia que ele fosse “perfeito”. Jesus o desafiou a escolher entre o compromisso com Ele ou com a sua riqueza material. O jovem não pôde ajudar-se. O teor da história sugere que ele imediatamente reconheceu estar fazendo uma escolha errônea, mas de qualquer modo a fez. Deixou a sua chance de possuir a vida eterna, pois seus bens eram importantes demais para ele, para que dele abrisse mão.
II.O dinheiro em perspectiva
Depois de sua conversa com o jovem rico, Jesus prosseguiu explicando aos seus discípulos que é muito difícil (embora não impossível, com a ajuda de Deus) para as pessoas que acumulam dinheiro, assumirem um compromisso com Ele, que eleve à salvação. Parece-me que existem cinco efeitos que o dinheiro é capaz de causa em nós, os quais podem facilmente nos desviar dos caminhos que Deus quer que sigamos.
1. Se o dinheiro for a prioridade central para você, provavelmente o fará descontente. As Escrituras mostram que as posses materiais não são jamais capazes de realmente satisfazer alguém. A preocupação com o dinheiro cria um padrão de auto-alimentação: quanto mais você tiver, mais o desejará. Quanto mais o alcançar, mais ainda almejará.
A maioria das pessoas sente não ter dinheiro suficiente. Certamente é quase impossível encontrar pessoas que pensem já possuir o bastante. Todavia a Palavra de Deus nos diz que o verdadeiro ganho na vida é “a piedade de contentamento”, e não o ganho monetário.
2. O foco no dinheiro tende a gerar inveja. Faz parte da natureza humana julgar aquilo que você possui através da comparação com aquilo que as outras pessoas possuem. Se elas possuem mais, então você pode concluir que não tem o bastante. A abordagem bíblica é muito diferente; as Escrituras julgam o padrão do mundo instável, cuja influência deve ser resistida. Jesus adverte contra a armadilha da inveja. Esta é inspirada pelo demônio, e com toda a certeza somente conduz a problemas. A cobiça e a satisfação não podem existir na mesma estrutura de referência.
3. Se você tiver um desejo intenso pelo dinheiro, de um modo negativo, será tentado a tirar proveito de outras pessoas para conseguir obtê-lo. A Palavra de Deus adverte que o ganho material à custa de alguma outra pessoa é uma preposição perdedora a longo prazo. É melhor não ter posses do que alcançá-las por meio da desonestidade ou injustiça. Contudo, é difícil para a pessoa materialista entender este princípio.
4. A preocupação com o dinheiro pode levá-lo a roubar a Deus. Você deve dizimar, o que consiste em dar a Deus a décima parte de tudo aquilo que Ele lhe der. O importante não é a quantia em dinheiro, mas o ato de dar a Deus a porção que lhe é devida.
Se você é excessivamente apegado ao dinheiro, é capaz de encontrar todos os tipos de razões para reter a parte que pertence a Deus. Ananias e Safira o fizeram; a conseqüência deste ato nos mostra quão seriamente Deus considera a sua obrigação nesta área.
5. A quinta conseqüência funciona como um guarda-chuva para as quatro anteriores. Deus simplesmente não deseja que você coloque qualquer outra coisa em sua vida, em uma posição superior àquela que oferece a Ele. Se estiver excessivamente envolvido em suas preocupações por dinheiro, Deus apenas fará parte do aglomerado de seus pensamentos. Ele quer que você confie nEle para a provisão de suas necessidades materiais. Porém Ele deseja que você também compreenda que suas necessidades espirituais são ainda mais importantes. Deus sabe que você não pode ter duas prioridades em conflito no topo de sua lista. Ele sabe que o dinheiro é um artigo perecível comparado àquilo que Ele tem a oferecer.
III. Perspectiva apropriada
Salomão, filho de Davi e Bete-Seba, sucedeu a seu pai como rei de Israel e reinou durante quarenta anos. Ele foi o homem mais sábio do mundo.
As Escrituras nos contam sobe todas as suas realizações e a sua conseqüente fama. Ele era também o homem mais rico do mundo; a história descreve a sua fortuna, bem como seus elaborados projetos de edificação. Ele recebeu sua sabedoria de Deus (como recompensa por sua atitude de piedade e diligência), por tê-la pedido. Igualmente, sua fortuna foi dada por Deus (como recompensa por sua maturidade), por não tê-la perdido. O povo de Israel estava contente sob o seu governo.
Com o passar do tempo, o sucesso fabuloso de Salomão fez com que se tornasse auto-indulgente. Pelo fato de poder dispor de tudo o que desejasse, passou a sentir que tinha direitos sobre tudo o que quisesse. Tomou como esposas setecentas mulheres e manteve trezentas concubinas, a despeito de Deus lhe ter dito que não o fizesse. Permitiu que suas mulheres o conduzissem à adoração a deuses estranhos, e perdeu o entusiasmo que sentia pelo Deus que o havia abençoado tão generosamente. Como resultado, ele despertou a ira de Deus e fez com que seus descendentes perdessem o reino de Israel.
IV. Poder
[…] As prioridades de Deus são diferentes. Ele é o responsável por sua vida e quer que você se lembre disto. O poder terreno que possamos alcançar não tem qualquer significado particular para Ele.
A história de Sansão é bem familiar, quanto a este aspecto. Deus concedeu a Sansão uma grande quantidade de poder — neste caso, poder físico — para capacitá-lo a lidar com os opressores dos israelitas, os filisteus. Durante um certo espaço de tempo, Sansão foi muito eficaz na tarefa que lhe fora designada. Então parece que se esqueceu da fonte de seu poder — Deus. Ele banalizou o seu dom, utilizando-se de jogos de adivinhação, enquanto divertia-se com Dalila.
Por fim, ele violou as instruções de Deus, perdeu o seu poder e apoio de Deus, terminando sua vida à mercê de seus inimigos. Mesmo ao reconhecer seu erro, o poder não lhe foi restaurado de imediato. Quando ele finalmente voltou-se a Deus em oração, foi capaz de concluir a tarefa para a qual havia sido designado; mas devido à sua fraqueza, foi destruído durante o processo.
Assim como a riqueza espiritual é para Deus mais importante que a riqueza tangível, Ele igualmente deseja que você considere de maior valor o poder espiritual, que a influência organizacional. A designação de trabalho que Deus tem para sua vida é que você o siga e nEle venha a crescer.
V. O Preço do Poder
Paul Tournier escreve: “O poder é o maior obstáculo no caminho do diálogo. Pagamos caro pelo nosso poder”.
Vemos em toda a parte a evidência do diálogo perdido: entre marido e mulher, pai e filho, empregador e empregado.
A capacidade do poder em destruir os relacionamentos está escrita na face da humanidade.
Em Money, Sex, anda Power, no capítulo intitulado “A Impotência do Poder”, Richard Foster escreve.
O poder não pode exigir afeição, e o povo amava Davi. Saul foi impotente para controlar o coração do povo, portanto voltou sua fúria contra Davi. Ele preferia cometer um crime a permitir que o poder lhe escorregasse entre os dedos. O poder destrói os relacionamentos. Subir, empurrar e derrubar é a linguagem do poder.
O que provoca nosso desejo de governar as pessoas, ser o chefe, o maioral? Existiria algum verme mal formado trabalhando dentro de nós?
Escreve Richard Foster: “Surpreendente, não é? Indivíduos adultos, discutindo animadamente sobre quem está no topo da escada”.
Em seu livro, Pursuit of God (“Em Busca de Deus”), A. W. Tozer descreve o verdadeiro problemas que os seres humanos enfrentam:
Todos os nossos problemas emocionais, assim como grande parte dos físicos, brotam diretamente dos nossos pecados. Orgulho, arrogância, ressentimento, suspeitas, malícia, cobiça: estas são as fontes que trazem maior sofrimento ao homem que todos os males que já afligiram a carne mortal. TEXTO COPIADO
