Jesus de Nazare

leis contrária a igreja

Novembro 4th, 2008

28 Outubro 2008 - 09:01
LEIS QUE TRAMITAM EM BRASÍLIA CONTRÁRIAS À IGREJA.

Reforma Constitucional

'Mas olhai por vós mesmos, porque vos entregarão aos concílios e às sinagogas; e sereis açoitados, e sereis apresentados perante presidentes e reis, por amor de mim, para lhes servir de testemunho.
 E sereis odiados por todos por amor do meu nome; mas quem perseverar até ao fim, esse será salvo.'
 - Marcos 13:9 e 13

A Bíblia diz que no fim dos tempos os filhos de Deus serão perseguidos e odiados. Veja aqui abaixo algumas leis brasileiras, que, SE APROVADAS, impedirão a nossa ação à favor do Evangelho no Brasil:

  • Será proibido fazer cultos ou evangelismo na rua (Reforma Constitucional)
  • Cultos somente com portas fechadas (Reforma Constitucional)
  • As igrejas serão obrigadas a pagarem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
  • Programas evangélicos na televisão apenas uma hora por dia
  • Pastor só poderá fazer programa de televisão, se tiver faculdade de 'jornalismo'
  • Será considerado crime pregar sobre espiritismo, feitiçaria e idolatria, e também veicular mensagem no rádio, televisão, jornais e internet, sobre essas práticas contrárias a Palavra de Deus
  • Pastores que pregarem sobre dízimos e ofertas, dependendo do número de reclamações, serão presos
  • Pastores que forem presos por pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada (homossexualismo, idolatria e espiritismo), não terão direito a se defender por meio de ação judicial
  • Igrejas que não realizarem casamento de homem com homem e mulher com mulher, estarão fazendo 'discriminação', poderão ser multadas e os pastores processados
  • Querem que o dia do 'Orgulho Gay' seja oficializado em todas as cidades brasileiras.

Reforma Constitucional – Mudanças no texto da Constituição que garantem a liberdade de culto. Se aprovadas, fica proibido culto fora das igrejas (evangelismo de rua), cultos religiosos só com portas fechadas.

  1. Projeto nº 4.720/03 – Altera a legislação do 'imposto de renda' das pessoas jurídicas
  2. Projeto nº 3.331/04 – Altera o artigo 12 da Lei nº 9.250/95, que trata da legislação do imposto de renda das 'pessoas físicas'
    Se convertidos em Lei, os dois projetos obrigariam as igrejas a recolherem impostos sobre dízimos, ofertas e contribuições.
  3. Projeto nº 299/99 – Altera o código brasileiro de telecomunicações (Lei 4.117/62).
    Se aprovado, reduziria programas evangélicos no rádio e televisão a apenas uma hora.
  4. Projeto nº6.398/05 – Regulamenta a profissão de Jornalista
    Contém artigos que estabelecem que só poderá fazer programas de rádio e televisão, pessoas com formação em JORNALISMO, Significa que pastores sem a formação em jornalismo não poderão fazer programas através desses meios.
  5. Projeto nº 1.154/03 – Proíbe veiculação de programas em que o teor seja considerado preconceito religioso.
    Se aprovado, será considerado crime pregar sobre idolatria, feitiçaria e rituais satânicos. Será proibido que mensagens sobre essas práticas sejam veiculadas no rádio, televisão, jornais e internet. A verdade sobre esse atos contrários a Palavra de Deus, não poderá mais ser mostrada.
  6. Projeto nº 952/03 – Estabelece que é crime atos religiosos que possam ser considerados abusivos a boa-fé das pessoas.
    Convertido em Lei, pelo número de reclamações, pastores serão considerados 'criminosos' por pregarem sobre dízimos e ofertas.
  7. Projeto nº 4.270/04[/b] – Determina que comentários feitos contra ações praticadas por grupos religiosos possam ser passíveis de ação civil.
    Se convertido em Lei, as Igrejas Evangélicas ficariam proibidas de pregar sobre práticas condenadas pela Bíblia Sagrada, como espiritismo, feitiçaria, idolatria e outras. Se o fizerem, não terão direito a se defender por meio de ação judicial.
  8. Projeto de nº 216/04[/b] – Torna inelegível a função religiosa com a governamental.
    Significa que todo pastor ou líder religioso lançado a candidaturas para qualquer cargo político, não poderá de forma alguma exercer trabalhos na igreja.

Existem outros projetos em andamento que ferem princípios bíblicos, entre eles:

  • Casamento de homens com homens e mulheres com mulheres.
  • Estabelecer um dia oficial do 'Orgulho Gay' em todas as cidades brasileiras, entre outros.

 Divulguem isto para seus irmãos em Cristo!!! Passe para pastores das igrejas que vocês conhecem, para que todos estejam cientes, para não colocarmos ímpios no poder, e perder nosso direitos como pregadores da verdadeira Palavra de Deus!  
Missão Evangélica Global - Meg News

DEUSAS PAGÃS.

Julho 26th, 2008

                          A Adoração à Virgem Maria e às Deusas Pagãs

 

O profeta Jeremias repreendeu os israelitas por estarem adorando a Rainha dos Céus. O catolicismo romano atribui o título de Rainha dos Céus à Virgem Maria. Esse termo tem origem bíblica ou pagã? Saiba como a adoração às deusas é um denominador comum em muitas religiões e poderá ser usado para uni-las em um futuro próximo.


A Nova Ordem Mundial está chegando!


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A falência moral de nossa sociedade está bem comprovada.

Poucas pessoas compreendem por que falimos moralmente. No entanto, quando olhamos para a sociedade com os olhos de Deus, por meio da Bíblia, podemos facilmente compreender a razão de estarmos enfrentando problemas sem precedentes atualmente. O estudo da nossa sociedade por meio dos olhos de Deus é o que sempre tentaremos fazer aqui; fique conosco para aprender algumas verdades esclarecedoras.

Resumo da Notícia: "Entre todas as mulheres que já viveram, a mãe de Jesus Cristo é a mais celebrada, a mais venerada… Entre os católicos romanos, a Madona, ou Nossa Senhora, é reconhecida não somente como a Mãe de Deus, mas também, de acordo com muitos papas, a Rainha do Universo, Rainha dos Céus, Trono de Sabedoria e até Esposa do Espírito Santo." (Revista Time, "Serva ou Feminista?", 30/12/1991, pg 62-66)

Verdade Bíblica: Jeremias 7:18, "Os filhos apanham a lenha, e os pais acendem o fogo, e as mulheres preparam a massa, para fazerem bolos à rainha dos céus, e oferecem libações a outros deuses, para me provocarem à ira." (Veja também Jeremias 44.)

Poderia a Nossa Senhora católica (Maria, a mãe física de Jesus), descrita no artigo da revista Time como a "Rainha dos Céus" ser a mesma "Rainha dos Céus" que estava provocando Deus à ira e ao julgamento descrito em Jeremias 7:18?

Primeiro, vamos examinar a antiga Rainha dos Céus. A maior parte destas informações foram extraídas do livro The Two Babylons (As Duas Babilônias), de Alexander Hislop, publicado em 1917. Hislop rastreou a adoração babilônica da Rainha dos Céus até os dias após a morte de Ninrode. A data exata desse acontecimento não é conhecida exatamente, mas parece ser aproximadamente 400 anos após o dilúvio. Após a morte de Ninrode, sua mulher, a rainha Semíramis, decidiu reter seu poder e suas riquezas. Ela inventou a estória de que a morte de Ninrode foi para a salvação da humanidade. Ninrode foi propagandeado como "a semente prometida da mulher, Zero-ashta, que estava destinado a esmagar a cabeça da serpente, e ao fazer isso, teria seu calcanhar ferido." (pg 58-59) (Nota de A Espada do Espírito: Saiba mais sobre a influência de Ninrode e Semíramis na formação das religiões pagãs do mundo antigo lendo os artigos N1144, "A Maçonaria Realmente é uma Religião" e CE1009, "O Paganismo da Maçonaria", disponíveis neste site.)

Podemos ver claramente que essa estória é uma falsificação da profecia referente a Jesus Cristo. Para permitir que o povo babilônico adorasse melhor essa criança , foi criada uma gravura entalhada em madeira, retratando-a nos braços da mãe. A mãe, obviamente, obteve sua glória a partir do filho divinizado. No entanto, "no longo prazo, a adoração à mãe praticamente ofuscou a adoração ao filho". A figura original obviamente destinava-se a ser meramente "um pedestal para a proteção do filho divino…. Entretanto, embora esse tenha sido o plano, é um princípio simples em todas as idolatrias que aquilo que mais apela aos sentidos acaba deixando as mais poderosas impressões" (pg 74). Assim, a mãe deixou a mais poderosa impressão visual, pois era uma pessoa adulta e estava vestida de forma magnificente.

Quando as pessoas começaram a adorar a mãe mais do que o filho, os sacerdotes babilônicos sentiram-se forçados a publicar um edito para divinizá-la também. Após a passagem de muito tempo, "o nascimento do filho foi declarado miraculoso e, portanto, a mãe foi chamada de … Virgem Mãe" (pg 76). "Ela recebeu os títulos mais elevados. Foi chamada de Rainha dos Céus. No Egito, era Athor, isto é, a Habitação de Deus, para significar que nela habitava toda a "plenitude da divindade" (pg 77). A partir dessa origem pagã, a estória da Virgem Mãe, a Rainha dos Céus, alastrou-se por todo o mundo.

No Egito, era chamada de Athor (pg 77)
No Tibete e na China, era chamada de Virgem Deipara (pg 77)
Na Grécia, era chamada de Héstia (Ibidem)
Em Roma, era chamada de Juno, ou Pomba (pg 79). A partir dessa designação, a Pomba tornou-se o símbolo da "rainha divinizada… comumente representada com um ramo de oliveira no bico". É surpreendente ler o autor jesuíta Malachi Martin, afirmar em seu livro, The Keys of this Blood [leia a resenha] que agora "a Pomba está livre, a Pomba está livre". Todo o tema desse livro é que a força motriz para a Nova Ordem Mundial é uma competição entre as forças mundiais do comunismo, capitalismo ocidental e o catolicismo romano. Martin, claramente crê que o catolicismo prevalecerá nessa luta por causa da intervenção da Virgem Maria. Incrivelmente, o artigo da revista Time diz, "O mundo reconhecerá no tempo devido que a derrota do comunismo ocorreu devido à intercessão da Mãe de Jesus" (Time, pg 62). Quando Gorbachev anunciou sua renúncia, no dia de Natal, esse conceito foi grandemente reforçado nas mentes de milhões de católicos em todo o mundo.

Martin não especifica o que quer dizer com a expressão "a Pomba está livre"; claramente, no entanto, pode estar referenciando a representação comum da Virgem Mãe. Portanto, ele está dizendo que a adoração antiga à Virgem Mãe pagã está agora solta no mundo.

Ainda mais tarde na antiga Babilônia, a adoração à Virgem Mãe e seu símbolo, a Pomba, "a identificaram com o Espírito de toda a graça… o Espírito Santo" (pg 79). Assim, a trindade pagã é Deus o Pai, o Filho e a Virgem Mãe. De fato, a Igreja Católica Romana fez a mesma afirmação, conforme Hislop observou, no século XIX (pg 83). Hislop conclui então, "A Nossa Senhora de Roma… é simplesmente a Nossa Senhora da Babilônia. A Rainha dos Céus em um sistema é a mesma Rainha dos Céus no outro" (Ibidem).

Observe a rápida difusão dessa falsa doutrina da Virgem Mãe por todo o mundo conhecido. Ela era adorada em Roma, na Grécia, na Babilônia, na China, no Japão e no Tibete, com diferentes nomes. Acreditamos que o atual reavivamento na adoração à Virgem Maria resultará na união de todas as religiões do mundo em uma só, em cumprimento à profecia bíblica sobre o estabelecimento do reino do Anticristo apoiado pela Religião Mundial. Vamos revisar as profecias biblicas.

Apocalipse 13:11-18 e o Capítulo 17 revelam que o Falso Profeta religioso aparecerá para ajudar o Anticristo a obter o controle total do mundo. O Falso Profeta controlará um Sistema Religioso. Apocalipse 17:18 afirma que esse Sistema Religioso "é a grande cidade que reina sobre os reis da Terra". Para possuir tal poder, esse Falso Sistema Religioso precisará liderar a adoração fervorosa da maior parte da população do mundo. Como podem todos os povos não-cristãos unirem-se com os católicos romanos na adoração à mesma deidade? A adoração comum da deusa divina, a Virgem Maria, tem um grande papel.

Mas, o resto da estória é a adoração comum da Nossa Senhora Negra. Qual Nossa Senhora Negra, você pergunta? A Maria de Jesus é branca, ou tem uma cor amarela pálida, mas certamente não é negra. Certo? Errado!! O catolicismo romano revertou à adoração da Madona Negra na maioria dos países em todo o mundo. Esse artigo da Time diz que um dos santuários mais visitados do mundo é o da Nossa Senhora Negra em Czestochowa, na Polônia. Logicamente, o papa João Paulo II é polonês. Kathleen O´Hayes, do National Christian Research, diz em sua fita sobre a vindoura Aparição Mariana global que o papa João Paulo II considera-se o "escravo" da Madona Negra. Kathleen diz também que a Igreja Católica colocou a Polônia sob a proteção dessa Nossa Senhora Negra nos anos 50. Esse desenvolvimento é de enorme significado no nosso estudo de como as principais religiões do mundo poderão ser atraídas a uma Religião Mundial em um futuro próximo.

O primeiro lugar a olhar é a Antiguidade. Em seu livro The Two Babylons, Alexander Hislop observa a prevalência da adoração de um deus negro ou uma deusa negra, em todo o mundo conhecido.

"… o grande deus Buda geralmente é representado na China como um negro…" (pg 57)

"No Egito, o belo Hórus, o filho do negro Osíris, que era o objeto favorito de adoração." (pg. 69)

"É incrível verificar em muitos países distantes e separados uns dos outros, e entre milhões de pessoas atualmente… a adoração a um deus negro." (Ibidem)

"… A Virgem na Catedral de Argel é uma negra…." (Introdução de Donald Gray Barnhouse)

Agora que estabelecemos que a adoração de deidades negras há muito tempo é parte integral do paganismo, e que essa prática estendeu-se à Virgem Maria, vamos examinar como a adoração da deusa negra no catolicismo romano está criando uma ponte comum em todo o mundo pagão. Vejamos agora os escritos da Nova Era para esta parte do estudo.

Peter Lemesurier, em seu livro repleto de blasfêmias The Armageddon Script (leia a resenha), escreve entusiasticamente sobre a adoração à Grande Mãe Terra. Ele escreve como se fosse um astronauta em uma nave espacial em órbita em torno do planeta. "Ao darem a volta no estéril globo lunar pela última vez, e a resplandente meia-Terra novamente aparecer atrás daquele agora familiar e rochoso horizonte curvo, o que eles viram sair para encontrá-los era estranhamente familiar. Uma imagem direta da memória racial. Uma deusa do mundo dos arquétipos. Não era ninguém menos que a Grande Mãe, a própria Terra, vestida com os mesmos mantos floridos azul e branco que tinham sido das deusas-mãe da Terra e do céu em toda a história humana - e não menos que sua mais recente deusa-mãe, a própria Virgem Maria…." [pg 245-46]

Peter Lemesurier, um adorador pagão, não tem dificuldades em reconhecer a verdade que a adoração à Virgem Maria é a mesma idolatria pagã antiga. Portanto, os pagãos não-cristãos de todo o mundo terão pouca dificuldade em aceitar a adoração à Virgem Mãe do catolicismo romano.

Outra autora de Nova Era, China Galland, uma budista americana, escreveu um livro muito revelador intitulado Longing for Darkness. Ela estabelece entusiasticamente a semelhança entre a Virgem Maria e outras deusas pagãs.

"Durga, a rainha guerreira… era a única que podia restaurar a harmonia e deixar o mundo em paz… os deuses cantavam louvores a ela, chamavam-na Rainha do Universo…" Lembre-se que a revista Time, citada anteriormente, informa que um dos nomes pelos quais a Virgem Maria é conhecida é Rainha do Universo. Galland continua:

"Fui encontrar a divindade budista Tara, mas em vez disso, encontrei a deusa Durgan e Káli…. Káli, aquela que dá a vida e a morte, o princípio e o fim do tempo. Ela era uma deidade de proporções similares a de Deus, o Pai, no cristianismo. O fato de Káli ser negra e mulher trouxe minha formação católica para fora… Alguns dizem que ela é negra porque nessa cor todas as distinções estão dissolvidas, outros dizem que é negra porque é a noite eterna." (pg 27). Essas são duas deusas do hinduísmo.

A deusa budista Tara foi o objeto do estudo de Galland, na viagem ao Extremo Oriente. Entretanto, ela ficou surpresa quando descobriu que existem textos hindus que descrevem Káli como Tara." (pg 30). Essa descoberta vincula o hinduísmo com o budismo.

Mais tarde, ao voltar para os EUA, Galland descobriu outro livro de Nova Era intitulado Mother Worship (Adoração à Mãe), de Tara Doyle. Esse livro menciona o fenômeno da Madona Negra na Suiça. Ela escreve, "Não lembrava que existiam divindades femininas negras no cristianismo. Pensava que eram exclusivas de religiões como o hinduísmo e o budismo. Não podia lembrar de virtualmente nada sobre uma Madona morena ou negra, apesar de meus anos de formação católica na infância… Um artigo na revista Newsweek chamou minha atenção. A Virgem Maria estava aparecendo na casca das árvores na Polônia. Fiquei intrigada… Parecia que o fenômeno era similar ao que eu tinha informado sobre Tara… Fiquei me perguntando o que estava acontecendo com o espírito do mundo, pois existiam ocorrências de deidades femininas que literalmente apareciam nas rochas e nas árvores tanto no Oriente quanto no Ocidente. Essa simultaneidade era simbolicamente importante…" (pg 49-50)

Posteriormente, Galland perguntou a um mestre budista sobre a conexão entre essas aparições. "Mostrei-lhe o artigo da revista sobre a aparição da Madona na casca das árvores na Polônia… [ele respondeu] que era muito similar ao que estamos falando aqui. Existem muitas ocorrências disso no budismo tibetano. Chamamos o fenômeno de rangjung, que significa auto-aparição… Essas coisas aparecem por causa do poder e das bênçãos de seres iluminados. Esses seres operam por meio do poder da substância mental e o poder da concentração…" (pg 65-66). Galland descreve seu último encontro com o Dalai Lama. Quando ela lhe perguntou sobre a aparição da Mãe Bendita nas cascas das árvores na Polônia, ele concordou que esse era o mesmo fenômeno conhecido pelos budistas como rangjung. (pg 95)

Não devemos nos surpreender que Satanás esteja fazendo deidades femininas aparecerem em todo o mundo neste momento da história. Se estamos realmente no final dos tempos, então é hora de Satanás unificar sua igreja, conforme está profetizado no Apocalipse.

Galland continuou seu estudo sobre a adoração da deusa negra, participando de um seminário sobre a Madona Negra ministrado por outro autor de Nova Era, Gilles Quispel, um professor de História da Religião na Universidade de Utrecht. Ela informa, "Para Quispel, a Nossa Senhora Negra tem um papel psíquico crucial, que ele descreveu em termos jungianos como símbolos da terra, da matéria, o feminino no homem e o ego [o eu próprio] na mulher…. A não ser que os homens e as mulheres tomem consciência de sua imagem primitiva da Nossa Senhora Negra, e a integrem dentro de si mesmos, a humanidade não poderá resolver os problemas do materialismo, do racismo e da emancipação feminina…" (pg 51).

Essa afirmação é inacreditável, totalmente pagã e de Nova Era. O que Quispel está dizendo é que a Nossa Senhora Negra é um elemento tão básico e fundamental nos recônditos da mente de todos os homens, que é a única resposta às suas necessidades mais críticas. Somente quando todas as pessoas reconhecerem e adorarem a Nossa Senhora Negra é que poderá haver verdadeira paz e unidade neste mundo. A Nossa Senhora Negra é o único denominador comum entre as religiões.

Mas ainda há mais. Sabemos que a força motriz que está levando o mundo para a Nova Ordem Mundial foi estabelecida oficialmente em 1 de maio de 1776, quando um ex-sacerdote jesuíta, Adam Weishaupt, fundou os Mestres dos Iluministas. Veja como Galland continua, "… Santo Inácio de Loyola deu sua espada à Nossa Senhora Negra de Montserrat, na Espanha, tornou-se um sacerdote e fundou a Ordem dos Jesuítas…" (pg 52). Essa informação inacreditável vincula a adoração da Nossa Senhora Negra à ordem dos Mestres dos Iluministas, fundada por um ex-jesuíta. Tanto a adoração à Nossa Senhora Negra quanto a Ordem dos Jesuítas são totalmente católicas romanas.

No entanto, Galland ainda faz mais revelações inacreditáveis em seu livro Longing for Darkness. Algum tempo após ter recebido revelações do seu mestre budista sobre a Madona Negra, ela estava praticando meditação budista. "… enquanto eu estava sentada, Cristo começou a aparecer na minha meditação, depois Maria… começei a ver Cristo e a visualizá-lo atrás de mim. Eu o aceitei na minha prática. Quando continuei com as meditações diárias, Maria gradualmente tomou lugar à minha esquerda, o Buda à minha direita… Maria e Jesus eram minhas testemunhas no início; depois, com o tempo, tornaram-se amáveis amigos. A divindade budista Tara estava sempre diante de mim." (pg 67-68)

Essas meditações mostram claramente como Satanás está movendo as várias religiões falsas neste final dos tempos. China Galland foi visitada em suas meditações budistas ocultistas por três demônios que fingiam ser Jesus Cristo, a Virgem Maria do catolicismo romano e a deusa budista Tara. Milhões de outras pessoas que praticam meditações de Nova Era similares estão também sendo enganadas. Não se engane sobre isto: Satanás está procurando unificar todas as religiões do mundo. O denominador comum mais importante nessa Religião Mundial que está sendo formada é a adoração à Virgem Maria/Nossa Senhora Negra.

Essa adoração à deusa vincula aproximadamente 75% da população mundial (Informações tiradas do "Almanac 1991".)

Catolicismo romano: 971 milhões
Católica ortodoxa oriental: 164 milhões
Budismo/várias seitas: 1 bilhão e 100 milhões
Hinduísmo: 690 milhões
Religiões de origem japonesa: 230 milhões
Religiões tribais: 100 milhões
Islamismo: 924 milhões

Embora no islamismo a Virgem Mãe não seja adorada, o artigo da revista Time mencionado anteriormene diz, "Até o Alcorão louva a castidade e a fé da Virgem Maria" (pg 62)

* Protestantes: 351 milhões

Até mesmo os protestantes liberais estão modificando suas opiniões sobre Maria. O artigo de Time diz, "O téologo John MacQuarrie, da Igreja Anglicana, propôs a revisão de dogmas como a Ascensão de Maria aos céus… O teólogo Donald Bloesch, da Universidade de Dubuque diz que os colegas protestantes conservadores 'precisam ver Maria como santa e como mãe da igreja'. Convergências similares ocorrerão em fevereiro de 1992, quando negociadores católicos e luteranos nos EUA anunciarão um acordo, que está há vários anos em gestação, sobre o papel de Maria." (pg 66)

Neste ponto, temos um total potencial de seguidores nessas falsas religiões de 4 bilhões e 500 milhões de pessoas.

* Finalmente, a adoração à Virgem Mãe está atraindo muitas feministas do Movimento de Nova Era. O artigo da revista Time diz claramente, "Quando João Paulo foi sagrado bispo em 1958, … escolheu como seu moto a expressão latina Totus Tuus (Tudo Teu) - referindo-se à Maria, não a Cristo…. João Paulo tornou o poder unificador de Maria o centro do seu arsenal papal… Embora o papa exalte Maria por sua submissão, é em relação à Deus, não à sociedade machista…" (pg 64-65). O impacto dessa posição tem sido muito importante nos círculos feministas. "Jane Schaberg, chefe do Departamento de Religião na Universidade de Detroit, EUA… defende a opinião que Maria, antes do casamento com José, estava grávida de outro homem, e era uma mulher liberada, que não se deixava identificar ou destruir em seus relacionamentos com os homens." O artigo continua, "… essa noção do poder feminino sobrenatural é tentadora… Está havendo um grande interesse nas pesquisas sobre deusas e divindades femininas como um antecedente ao deus masculino… O judaísmo e o cristianismo têm sido exclusivamente machistas, deixando um vazio que requer uma divindade feminina." (pg 65-66).

Assim, você pode ver o tremendo poder de atração que a Virgem Maria, especialmente a Nossa Senhora Negra, tem sobre as várias religiões do mundo. Satanás implantou engenhosamente a adoração similar a uma deusa em muitas falsas religiões do mundo. Incrivelmente, ele conseguiu até corromper o cristianismo com o ensino católico romano sobre Maria, a mãe de Jesus. Está chegando a hora de unir todas as religiões do mundo e formar o Falso Sistema Religioso descrito no livro do Apocalipse.

As possibilidades são muito grandes.. Apocalipse 17:18 diz, "E a mulher que viste é a grande cidade que reina sobre os reis da terra." Quais são as implicações da liderança do Falso Profeta desse Sistema Religioso mundial? Apocalipse 13:11-18 mostra as atividades desse Falso Profeta:

Parece um cordeiro (um verdadeiro servo de Jesus Cristo), mas fala como dragão (identifica-se como homem de Satanás - verso 11)

Exerce todos os poderes e a autoridade da besta, o Anticristo (verso 12)

Convence o mundo a adorar a besta (verso 12)

Opera grandes sinais e milagres (verso 13)

Ordena a construção de uma imagem do Anticristo. Faz com que o sopro da vida entre na imagem, para que ela possa falar. Quem não adorar a imagem da besta será executado (versos 14-15)

O Falso Profeta força toda a população do mundo a receber uma marca na mão direita ou na testa, sem o que ninguém poderá comprar ou vender nada na economia do Anticristo. Quem se recusar a receber a marca será martirizado (Apocalipse 20:4)

Assim, podemos ver que o Falso Profeta será diretamente responsável pela execução de muitos santos de Deus durante a Grande Tribulação. É por isso que Deus descreve esse Falso Sistema Religioso como uma grande meretriz que estará montada sobre a besta de sete cabeças e dez chifres. Essa mulher representa o Falso Sistema Religioso da Grande Tribulação. Ela é retratada "embriagada do sangue dos mártires e do sangue das testemunhas de Jesus" (Apocalipse 17:6). [Para ver uma gravura da passagem bíblica que descreve a grande meretriz montada sobre a besta, dê um clique aqui.]

Agora é hora de discernirmos os sinais dos tempos. Estamos vivendo no período que precede a Tribulação. O aparecimento do Anticristo e o estabelecimento da Nova Ordem Mundial estão muito próximos. Essa ressurgência do culto à Virgem Maria, especialmente à Madona Negra, é um dos muitos sinais de que o início da Tribulação está próximo.

ARTIGO COPILADO.

MAÇON X CRISTÃO.

Julho 26th, 2008

                                  Deve o Cristão ser Maçon   

 

Origem a história

"1. Etimologicamente, este termo provém do baixo latim machio, `macio', que também se diz provir do alemão metz ; `cortador de pedra'; a do francônio manjo, cognato de sânscrito matya `clube', a do inglês mason e do francês maçon `pedreiro'. 2. Um membro da maçonaria operativa ou especulativa."

A exata origem da maçonaria é desconhecida, diz o Dicionário da Maçonaria, de Joaquim Gervásio de Figueiredo: "As origens reais da maçonaria se perdem nas brumas da antigüidade. Afirmam que começou com o Templo de Jerusalém, construído por Salomão. A maçonaria, como a conhecemos hoje, segundo o já citado dicionário, no verbete Franco-maçonaria, "foi fundada em 24 de junho de 1717, em Londres".

A origem da maçonaria está ligada às lendas de Ísis a Osíris, Egito; ao culto a Mitra,vindo até a Ordem dos Templários e a Fraternidade Rosa Cruz. Segundo Jesus Hortal, em sua obra Maçonaria e Igreja: Conciliáveis ou Inconciliáveis?, a maçonaria é um desdobramento das antigas corporações de pedreiros surgidas na Idade Média. Estas corporações, com o passar do tempo, chegaram a monopolizar a arte gótica, pois construíram uma multinacional da arquitetura. Seus artistas e pedreiros, que trabalhavam a "pedra franca" ou arenito, cujas marcas podem ser vistas nas grandes catedrais da Espanha, França, Inglaterra e Alemanha.

Em 1717, data reconhecida pela própria maçonaria como a de sua fundação, foi que quando lojas maçônicas de Londres se unificaram e deram origem à Grande Loja da Inglaterra, conhecida como Maçonaria Especulativa ou Franco-Maçonaria. James Anderson, presbiteriano e John Desagulliers, huguenote, lideraram esse movimento. A Grande Loja de Londres é o berço da maçonaria.

Em 1723, James Anderson publicou as Constituições da maçonaria, sendo até hoje documentos universalmente aceitos como base de todas as lojas maçônicas. Essas Constituições foram levemente revisadas quinze anos depois de sua publicação. Em abril de 1738, o papa Clemente XII promulgou a primeira sentença de condenação católica à maçonaria, na bula In Eminenti Apostulatus Specula.

Influência da maçonaria

Os maçons desempenharam um papel extraordinário na Revolução Francesa - Queda da Bastilha, isso inspirados nos ideais de liberdade, igualdade a fraternidade, representados nas três cores da bandeira francesa.

Operam nos EUA 15.300 lojas a mais de 33.700 em todo o mundo. A influência deles nos EUA sempre foi muito grande. Catorze presidentes americanos foram maçons, destacando-se entre eles George Washington, James Monroe, Andrew Jackson, James Garfield, Howard Taft, Franklin Delano Roosevelt, Harry Truman a Gerald Ford, entre outros4

Na religião, mesmo com a oposição da Igreja Católica, os maçons estão presentes. Por incrível que pareça, até o fundador das Testemunhas de Jeová, Charles Taze Russell, teve ligações com a maçonaria, segundo Fritz Springmeier, em sua obra The Watchtower and the Masons - A Torre de Vigia a os Maçons. Justifica isso pelo fato de Russell haver pregado em lojas maçônicas, haver em seu túmulo uma pirâmide, e o use da cruz dentro da coroa, comp logotipo da Sociedade Torre de Vigia, impresso nas edições da revista The Watchtower- a atual A Sentinela até 1930.

Isso também pode ser visto no mormonismo. Ritos a símbolos maçônicos estão presentes ainda hoje na Igreja dos Santos dos Últimos Dias - Igreja Mórmon. No começo "Muitos maçons preeminentes tornaram-se mórmons"

A influência da maçonaria na história do Brasil tem sido grande. Ninguém pode negar os relevantes serviços que a maçonaria tem prestado à nossa nação.

A Inconfidência Mineira. Foi na casa de Silva Avarenga que se formou uma academia literária, que, na verdade, era uma loja maçônica. Nela foi iniciado um moço conhecido como Tiradentes. A bandeira da Inconfidência tinha o dístico libertas quae sera tamem e o triângulo maçônico.

Foi sob inspiração maçônica que a revolução republicana de 1817, em Pernambuco, teve início. Esse movimento fez D. João VI decretar a proibição da Maçonaria.

Gonçalves Ledo a José Bonifácio com outros maçons tramaram a Inconfidência do Brasil. Um mês após proclamar a independência, D. Pedro I foi aclamado Grão-Mestre Geral da Maçonaria no Brasil, e o Marechal Deodoro ocupava esse cargo ao proclamar a República em 1889. A maçonaria esteve presente desde a Independência do Brasil até a Proclamação da República.

Hoje a maçonaria tem influência muito grande no Brasil a no mundo: são cerca de 6 milhões ao todo, em mais de 164 países, sendo cerca de 150 mil no Brasil.8 Há grande quantidade de parlamentares, altos funcionários do governo, líderes religiosos, muitos empresários e membros de outras elites. Na inauguração do novo Palácio Maçônico de Brasília do Grande Oriente do Brasil, compareceram 120 parlamentares, além do então Ministro da justiça, Maurício Correia.

Graus da maçonaria

É considerado maçom quem passar pelos três primeiros graus: Aprendiz, Companheiro a Mestre. A maçonaria do Rito Escocês tem 32 graus, desde Aprendiz até o Grau do Sublime Príncipe do Real Segredo. O Grau 33 é honorário. Os três primeiros graus são chamados de graus da Loja Azul, pois são comuns a qualquer rito maçônico. Os dois ritos mais conhecidos são o Rito Escocês e o Rito de York. O Rito Egípcio ou de Misraim tem 90 graus.

Os graus do Rito Escocês estão divididos em 4 séries: Graus simbólicos: 1°. ao 3°. ; Graus capitulares: 4°. ao 18°. ; Graus filosóficos: 19°. ao 30°.; a os Graus superiores: 31°. até o Grau 33.

Graus do rito escocêsLoja Azul ou Graus Simbólicos Graus Filosóficos 1. Aprendiz 2. Companheiro 3. Mestre Graus Capitulares 4. Mestre Secreto 5. Mestre Perfeito 6. Secretário intimo 7. Chefe a Juiz 8. Superintendente do Edifício 9. Mestre Eleito dos Nove 10. Ilustre Eleito dos Quinze 11. Sublime Mestre Eleito12. Grande Mestre Arquiteto 13. Mestre do Arco Real de Salomão 14. Grande Eleito Maçom15. Cavaleiro do Oriente ou da Espada 16. Príncipe de Jerusalém 17. Cavaleiro do Leste a Oeste 18. Cavaleiro da Ordem Rosa Cruz Graus Filosóficos19. Grande Pontífice20. Grande Ad-Vitam21. Patriarca Noachita ou Prussiano22. Cavaleiro do Machado Real (Príncipe do Líbano)23. Chefe do Tabernáculo24. Príncipe do Tabernáculo25. Cavaleiro da Serpente de Bronze26. Príncipe da Misericórdia27. Comandante do Templo28. Cavaleiro do Sol ou Príncipe Adepto29. Cavaleiro de Santo André30. Cavaleiro CadoshGraus Superiores31. Inspetor Inquisidor32. Mestre do Segredo Real33. Grande Soberano Inspetor Geral

Maçonaria e religião

Os maçons e a maçonaria procuram desmentir o fato de que a maçonaria seja uma religião. Quando mostramos na literatura deles, nos mais ilustres autores, características de religião na maçonaria, geralmente respondem: "Isso é interpretação pessoal do autor a não representa a maçonaria". Para evitar esse tipo de problema, John Ankberg a John Weldon escreveram para 50 Grandes lojas dos Estados Unidos, com a seguinte pergunta: "Como um líder maçônico oficial, que livros e autores V. Sa. recomenda como tendo autoridade com relação ao tema maçonaria?"

Eles receberam a resposta de 25 Grandes lojas. Em primeiro lugar ficou Henry Wilson Coil, sua obra Coil's Masonic Encyclopedia: Enciclopédia Maçônica de Coil, com 44%; em terceiro, Albert G. Mackey, obra Mackey's Revised Encyclopedia of Freemasonry: Enciclopédia Revisada da Franco-Maçonaria de Makey, com 32%, a em nono lugar Albert Pike, por sua obra Morals and Dogma: Moral e Dogma, com 16%. Os demais serão citados este artigo, se necessário.

Albert G. Mackey diz: "A Maçonaria pode ser corretamente chamada de instituição religiosa… A tendência de toda verdadeira Maçonaria é com a religião… Veja os antigos Landmarks (doutrinas), suas sublimes cerimônias, seus profundos símbolos a alegorias, tudo focalizando verdadeiros ensinos religiosos a quem pode negar que a Maçonaria é uma instituição eminentemente religiosa?

Além dessa declaração inequívoca, de uma autoridade indiscutível, acrescentamos que a Maçonaria tem todas as características de religião.

Orações na abertura a encerramento de todas as suas cerimônias. Templos ou Lojas: "Consagração (da Loja) é um ato essencialmente místico, esotérico, pois quem dá vida a uma Loja é o Grande Arquiteto do Universo. Segundo o mesmo Dicionário, "na Maçonaria, o tratamento entre os seus adeptos é o de "irmão". Cerimônias fúnebres e nterros maçônicos: "EXÉQUIAS - Significam "funerais"… uma Pompa Fúnebre, obedecendo Ritual apropriado. Batismo de crianças. Doutrinas. código de moral, os Landmarks. Juramentos.

Ministros Oficiantes: "Vinte são os cargos que compõem uma Administração, a cada Oficial usará a seguinte Jóia: Venerável Mestre, 1° Vigilante, 2° Vigilante, Orador, Secretário, Tesoureiro, Chanceler, 1° a 2° Diáconos, Mestre de Cerimônias, 1° Experto,Hospitaleiro, Porta-Estandarte, Porta- Espada, Mestre de Banquetes, Arquiteto, Bibliotecário, Guarda do Templo, Cobridor Externo. Todos os atos litúrgicos maçônicos exigem do maçom, atos sucessivos de Fé. Ceia Mística: "A Ceia realiza-se na Iniciação do novo Cavaleiro Rosacruz a na quinta-feira de endoenças.

Os dogmas sustentados pela Maçonaria: Paternidade de Deus, fraternidade dos homens, imortalidade da alma.

Uma instituição com todos esses ritos a práticas, se não for uma religião, fica difícil saber o que se entende por religião; então os maçons estão brincando de religião dentro da maçonaria. O fato de os maçons insistirem na tese de que não se trata de uma religião, não, invalida os fatos. Não é pelo fato de um grupo de pessoas afirmar que pau é pedra que isso mudará a realidade. Os kardecistas, os rosacruzes e a seita Seicho-No-Iê também negam ser seu movimento uma religião, afirmam que é uma ciência ou filosofia. Como os espíritas e outros, há inúmeros grupos religiosos não ortodoxos que recusam ser considerados "comunidade religiosa".

Por que não se denominam religião? A razão é óbvia. As lojas não terão novos adeptos se todos tomarem conhecimento de que se trata de.uma religião de caráter secreto. Nesse caso as pessoas, principalmente as que já pertencem a um segmento religioso, não se interessariam por iniciar-se na maçonaria. Assim, a maçonaria declara-se não ser uma religião, sem interferir na religião de ninguém, ao afirmar, ainda, que uma das razões de sua existência é ajudar diversas igrejas. Com essa aparente neutralidade, a maçonaria consegue a simpatia de membros de diversos segmentos religiosos e até mesmo de alguns pastores evangélicos, que chegam a batizar maçons, sem problema algum.

Confissão do primeiro grau

No primeiro grau da maçonaria o candidato admite que é profano, que está nas trevas em busca de luz, pois a maçonaria afirma que todos os que não são maçons estão em trevas .

A Palavra "profano" aparece em Hebrews 12.16, com relação à pessoa de Esaú. "Profano" significa um homem secularizado. A Bíblia diz que estávamos em trevas, antes de conhecermos a Jesus (Ef 5.8-12). Jesus, a Luz do Mundo (Jo 8.12; 12.46) nos transportou do reino dal trevas para o reino da luz (CI 1.12-14), por isso somos filhos da luz (I Ts 5.4,5). Como podem os cristãos aceitar essa condição de profanos e que estão em trevas, que vão buscar na maçonaria essa luz?

O juramento iniciático da maçonaria

Em cada grau o maçom é submetido a um juramento.As paredes da câmara são completamente negras a têm como decoração alguns esqueletos, cabeças de mortos a lágrimas. A câmara é lugar de purificação, tomada dos antigos mistérios, por meio do elemento terra. Di, "Eu, (cita o seu nome), juro e promete, de minha livre vontade a por minha honra a pela minha fé, em presença do Grande Arquiteto do Universo e perante esta assembléia de maçons solene a sinceramente, nunca revelar qualquer dos mistérios da maçonaria que me vão ser confiados, senão a um legítimo irmão ou em loja regularmente constituída; nunca os escrever, gravar, imprimir ou empregar outros meios pelos quais possa divulgá-los.

Se violar este juramento, seja-me arrancada a língua, o pescoço cortado e meu corpo enterrado na areia do mar, onde o fluxo e o refluxo é das ondas me mergulhem em perpétuo esquecimento, sendo declarado sacrilégio para com Deus e desonrado para os homens. Amém.

Análise do juramento à luz da Biblia

Enumeramos algumas objeções contra o citado juramento da maçonaria: É proibido pela Bíblia (Mt 5.34; Tg 5.12; Lv 5.4). Tem caráter profano - nele o cristão declara entregar o seu corpo para ser mutilado por uma sociedade secreta. Nosso corpo pertence a Deus e não estamos autorizados a entrega-lo a uma sociedade mundana. (1 Co 6.19,20). O segredo organizado e sistemático, como é próprio da maçonaria, é contrário ao ensino bíblico (Jo 18.20; o Mt 10.26,27; Mt 5.14,16). Satanás é príncipe das trevas, e as trevas são refúgio do pecado (Jo o 3.19-21; Ef 5.8,11). A sociedade do fiel com o infiel (11 Co 6.14-17). Um juramento terrível estabelece mais do que amizade entre o fiel e infiel: estabelece fraternidade indissolúvel, e a promessa de guardar segredos que ainda se ignoram (Lv 5.4). Tal juramento é uma escravização da consciência. Não devemos, sem infidelidade a Deus, submeter nossa consciência a um poder estranho (II Co 5.10).

A Bíblia na maçonaria

A maçonaria se vangloria de honrar a Bíblia como a Palavra de Deus. Ensina que a Bíblia é a "grande luz da maçonaria", recomendando aos maçons que a estudem regularmente. A maçonaria ensina que as três grandes luzes são: a luz da Bíblia, a luz do esquadro e a luz do compasso. A maçonaria realmente crê na Bíblia, mas somente como um símbolo da vontade de Deus, e não como fonte de ensinamento divino. Disse Coil: "A opinião maçônica prevalecente é que a Bíblia constitui apenas um símbolo da vontade, lei ou revelação divina, a não que seu conteúdo é lei divina, inspirada ou revelada".

Vemos no Dicionário da Maçonaria, p.122, que o emblema da loja maçônica é constituída de "Volume da Ciência Sagrada, o Esquadro e o Compasso". Coloca assim a Bíblia em paridade com outros símbolos, isto é, o "Volume Sagrado" que, além da Bíblia, também pode ser o Alcorão, a Tripitaka, os Vedas, o Livro de Mórmon etc. "Varia segundo a Escritura Sagrada de cada povo". Colocam agora, além dos símbolos da maçonaria, livros de religiões opostas ao cristianismo, no nível das Escrituras Sagradas.

Isso torna evidente que a Bíblia não é usada na maçonaria como regra de fé e prática. A Bíblia, assim como a bandeira, é um símbolo. A bandeira é apenas um pedaço de pano, porém representa coisas importantes para um povo, como a sua liberdade. Para os maçons a Bíblia é apenas um livro sem valor textual, que apenas representa a Palavra de Deus, a isso unicamente nos lugares onde predomina o cristianismo. Se considerarmos, por exemplo, a loja de Utah, EUA, a Palavra de Deus está representada pelo Livro de Mórmon; se considerarmos a Índia, o símbolo é os Vedas; na Arábia o Alcorão, a assim por diante.

Disto se pode ver que o propósito da maçonaria é usar o temor e o reconhecimento de várias Escrituras para obter o juramento de fidelidade à autoridade do livro que o maçom considera sagrado e pelo qual se compromete em obedecer à maçonaria.

Em suma, para a maçonaria a Bíblia é apenas um símbolo, uma peça decorativa em que não deve crer, pois não é a literal vontade de Deus, à qual não se deve obedecer.

Considera ainda que alguns dos relatos bíblicos não passam de lenda: "Sua lenda (Jonas) muito se assemelha à Musarus Oannes, de tradição caldéia, que surgiu do Mar Eritreu e aportou entre os primitivos babilônicos durante o reinado do antediluviano Ammenon.

Como o cristianismo histórico ortodoxo recebe a Bíblia?

O Senhor Jesus Cristo, a maior autoridade no céu e na terra (Mt 28.18), disse que a Bíblia é a Palavra de Deus (Mc 7.13) e não simplesmente um símbolo ou uma alegoria. Deve-se obedecer à Bíblia como Palavra de Deus (Is 8.20), é um conjunto de livros inspirados por Deus (II Tm 3.16,17) Isto é enfatizado repetidamente nas Santas Escrituras, enquanto a maçonaria nega a Bíblia como literal Palavra de Deus.

Jesus disse mais sobre a Bíblia: "E a Escritura não pode ser anulada" (Jô 10.35). "Santifica-os na verdade, a tua palavra é a verdade" (Jô 17.17). "Nem só de pão vive o homem, mas de toda a Palavra que sai da boca de Deus" (Mt 4.4). "Porque lhes dei as palavras que tu me destes; e eles a receberam, e têm verdadeiramente conhecido que saí de ti; e creram que me enviaste" (Jô 17.8). "O céu e a terra passarão, mas as minhas palavras não hão de passar" (Mt 24.35). "Quem me rejeitar a mim, e não receber as minhas palavras, já tem quem o julgue; a palavra que tenho pregado, essa o há de julgar no último dia" (Jô 12.48)

Deus

A maçonaria compreende diversas crenças; logo, tem em seu meio diversos deuses. A Maçonaria não desconsidera a crença em um deus; ao contrário, exige que seus seguidores acreditem "num Ser Supremo". É assim que declara o Dicionário da Maçonaria, já citado, no verbete "Profano", onde se indicam os principais requisitos para alguém se tornar maçom, e na página 365, artigo 8° declara: "Crer num Ser Supremo". Logo, um ateu não pode ser maçom.

G.A.D.U.

Embora a maçonaria não procure identificar deus, dá-lhe o nome de G.A.D.U - "Nome pelo qual na maçonaria se designa Allah, Logos, Osíris, Brahma, etc., dos diferentes povos, já que ali se considera o Universo como uma Loja ou Oficina em sua máxima perfeição.

O deus da Maçonaria, como vemos, não é identificável: pode ser aceito pelos cristãos, hindus, budistas, islamitas, judeus etc; logo ele não pode ser o mesmo deus.

O Deus da Biblia adorado pelos cristãos é conhecido por vários nomes, como: Adonay - "Senhor" (Is 6.1), Elohim - "Deus" (Gn 1.1), Yahweh - "Jeová, Iavé ou Senhor" (Ex 3.14), El Olam - "Deus Eterno" (Gn 21.33; Is 40.28), El Elyon - "Deus Altíssimo" (Gn 14.19,20), El Shaday - "Deus Todo Poderoso" (Gn 17.1).

O deus do bramanismo é Brahma, que é impessoal, monístico (nem unitário, nem trinitário) ou politeísta. O budismo é politeísta (crê em Buda como se fosse um deus, e há centenas de outros deuses bons e maus) ou simplesmente ateísta, afirmando que não há Deus. O deus do mormonismo é um homem exaltado, entronizado no mais alto céu e que partiu da condição de homem (Adão) até alcançar a divindade (Ensinamento do Profeta Josefh Smith,336).

Então, o que a maçonaria na verdade quer dizer é que não aceita os deuses das religiões, mas muda o deus de cada religião numa forma única: G.A.D.U.

A maçonaria faz imensa confusão de conceitos. Primeiro diz que não se interfere nos princípios religiosos de cada seguidor; depois ensina o único nome pelo qual se deve chamar a Deus, exigindo então uma crença em um "Ser Superior". Alega que se alguém clama por deuses de diferentes nomes é apenas por não os conhecer melhor, por ignorância espiritual.

A maçonaria se propõe então a remover estas trevas revelando que, embora imperfeitos a todos os homens é conferido o direito de adorar o único e verdadeiro Deus. É difícil entender, de uma vez por todas, quem é essa divindade a que se refere a maçonaria: porém, já está claro que não é o Deus da Bíblia. O leitor dos ensinamentos de Alberto Pike sobre Deus, de alto grau na maçonaria, reconhece isso claramente.

A maçonaria se refere à sua divindade, usando nomes para deuses considerados abomináveis na Bi blia. A maçonaria não é apenas uma entidade de conceitos pagãos, mas um reavivamento dos antigos cultos pagãos de mistérios.

No grau do Real Arco do Rito de York, o maçom reconhece que o verdadeiro nome de Deus é Jabulon, que até os três primeiros graus de chamou G.A.D.U. Nesse mesmo Real Arco Rito de York, a maçonaria une Yahweh com divindade pagãs como Baal, On e Osíris.

Cada sílaba da palavra Jabulon representa um deus. Segundo Coil, é uma associação de Javeh, Baal ou Bel e Om (Osíris, o deus-sol do Egito). Ja - representa Javé; Bul ou Baal - representa o antigo deus cananita, deus nacional dos fenícios, terra de Hirão, rei de Tiro (II Rs 1.2-4); On representa Osíris, o misterioso egípcio. Ora, se a maçonaria começou com o Templo de Jerusalém, construído por Salomão, então ela se desviou há muito tempo, pois a Bíblia diz que esse Templo foi construído para que nele o nome de um Deus específico e único permanecesse, fato que exclui os demais deuses (I Rs 9.3; II Cr 7.16).

Comparando G.A.D.U. com Deus

A Bíblia diz que Deus não aceita outros deuses. (Is 44.6, 8; 45.5). A Bíblia diz que Deus é maior que os falsos profetas adorados pelos homens (II Cr 2.5). A crença maçônica pe henoteísta (crença em que o adorador adora a um só Deus, mas admite a existência de outros). "Porque grande é o Senhor, e mui digno de ser louvado, e mais tremendo é do que todos os deuses. Porque todos os deuses das nações são vaidades; porém o Senhor fez os céus" (I Cr 16.25,26). "Ao Senhor teu Deus temerás, e a ele servirás, e pelo seu nome jurarás. Não seguireis outros deuses, os deuses dos povos que houver à roda de vós, porque o Senhor vosso Deus é um Deus zeloso no meio de ti; para que a ira do Senhor teu Deus se não ascenda contra ti, e te destrua de sobre a face da terra." (Dt 6.13-15).

O rei Salomão e Deus

Para justificar essa união híbrida entre o Verdadeiro Deus e outros falsos deuses, a maçonaria menciona Salomão: "O rei Salomão se caracterizou por certo espírito eclético. Conforme várias passagens bíblicas, os hebreus também tributavam honras semelhantes a outros deuses, a ponto de os profetas os censurarem (Ez 8.14), e o próprio rei Salomão não era monoteísta ortodoxo. (I Rs 11.5,7), talvez em respeito aos países vizinhos, muitos deles, seus aliados, bem como várias tribos que estavam a seu governo."

A maçonaria exclui, intencionalmente, o versículo 6 de I Rs 11, pois lá se confirma o seguinte: "Assim fez Salomão o que parecia mal aos olhos do Senhor, e não perseverou em seguir ao Senhor, como Davi seu pai". Embora no seu reinado não houvesse divisão, tal aconteceu no reinado de seu filho Roboão, justamente por causa da apostasia de Salomão.

Jesus Cristo

A maçonaria afasta o homem de Jesus Cristo, de cinco maneiras:

1ª - Elimina o nome de Jesus de suas orações e citações de suas escrituras. Eis uma fonte de oração recomendada pela Maçonaria: "Eis-nos, Oh! G.A.D.U., em quem reconhecemos o Infinito Poder e a Infinita Misericórdia, humildes e reverentes a teus pés…

Dá-nos que, por nossas obras, nos aproximemos de Ti, que és Uno e subsistes por Ti mesmo…

Presta a esse candidato, agora e sempre, tua proteção e ampara-o com teu braço onipotente em todos os perigos por que vai passar."

Como se lê nessa oração o maçom se aproxima de Deus firmado em suas boas obras, e não no reconhecimento da medição de Cristo (Jo14.13,14; I Tm 2.5).

A maçonaria retira o nome de Cristo de diversos trechos da Bíblia em rituais maçônicos, nas citações etc. I Pd 2.5. O Ritual Maçônico diz: "… para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus…", I Pd 2.5, na Bíblia, diz: "para oferecer sacrifícios espirituais agradáveis a Deus por Jesus Cristo" (grifo nosso). Nessas passagens os maçons não citam o nome de Jesus, como também não o citam, por exemplo, em II Tessalonicenses 3.6; 3.12.

Todo cristão deve saber que a Bíblia é a Palavra de Deus e que, portanto, não pode ser alterada (Dt 4.2; Ap 22.18,19). O maçom não só retira o nome de Jesus da Bíblia, como também proíbe que se façam orações no nome dele. A Bíblia deixa claro que todo cristão ora em nome de Jesus: "E tudo quando pedirdes em meu nome eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho". (Jo14.13). "Se pedirdes alguma coisa em meu nome, eu farei." (Jo14.14)

Considere a seguinte declaração apenas como ilustração da proibição de orar em nome de Jesus: "O vigilante chamou-me em particular e repreendeu-me claramente. Ele disse que eu tinha usado o nome de Jesus no encerramento de minha oração. Por isso ele disse que eu poderia ser repreendido… Fui chamado à Secretaria do Rito Escocês para ouvir sobre a maneira imprópria de orar. Ele foi delicado, mas me proibiu encerrar qualquer oração 'em nome de Jesus'. Ele disse: "Faça uma oração universal".

O motivo por que a maçonaria proíbe o nome de Jesus nas suas orações é que alguns maçons não são cristãos, e isso os escandaliza. Será que a maçonaria se envergonha do nome de Jesus? É bom lembrar que Jesus disse que quem se envergonhasse de Seu nome, ele se envergonharia dele diante do Pai. (Mt 10.32,33; I Jo2.23; 4.3,14,15; 5.10-12).

2ª - Requer dos cristãos que desobedeçam a Jesus, proibindo toda a discussão sobre ele nas atividades da Loja. O cristão é ordenado por Jesus para testificar dele a todos os homens, (Mt 28.18-20). Paulo disse que tudo fazia por todos, para, por todos os meios, salvar alguns (I Co 9.16-19; II Tm 4.1-4; Rm 10.11-15).

3ª - Oferece os títulos e ofícios de Cristo a descrentes. Os títulos e ofícios de Cristo são apropriados pelos maçons durante seu ritual e usados nas citações secretas: Eu sou o que Sou, Emanuel, Jeová, Adonai.

4ª - A maçonaria ensina que Jesus foi meramente um homem fundador de uma religião como outros. No verbete "Religião" do Dicionário da Maçonaria, se diz: "Seus imortais fundadores foram todos mensageiros da Verdade Única" e diz ainda… "Todos eles foram unânimes em proclamar a paternidade de Deus e a fraternidade dos homens. Tal foi a mensagem de Vysa, Hermes Trimegistro, Zarathustra, Orfeu, Krisna, Moisés, Pitágoras, Cristo, Maomet e outros. A maçonaria rejeita a Javé-Deus. Permite, ao mesmo tempo, que os deuses do hinduísmo, islamismo, mormonismo, xintoísmo sejam adorados em torno do altar da Loja, de acordo com a idéia de cada indivíduo. Num nível mais alto, a maçonaria define Deus como G.A.D.U.: um vago e absolutamente desconhecido, um inofensivo deus, encorajando todos os homens a adora-lo.

5ª - Afirma que a mensagem cristã sobre a redenção exclusiva na pessoa de Cristo é meramente um retorno às antigas "histórias pagãs".

A posição da Bíblia, referente a Jesus

A Bíblia ensina que Jesus é o Salvador. "Nisto está a caridade, não em que nós tenhamos amado a Deus, mas em que ele nos amou a nós, e enviou seu Filho para propiciação pelos nosso pecados" (I Jo4.10). "E vimos, e testificamos que o Pai enviou seu filho para Salvador do mundo" (I Jo4.14).

Outros ensinamentos sobre Jesus na Bíblia. Filho Unigênito de Deus (Jo1.1-14; 3.16); Eterno (Is 9.6; Mq 5.2; Hb 13.8); Sábio (Lc 2.40,47.52; I Co 1.24; Cl 2.3); Luz do Mundo (Jo1.8;8.12); acima de qualquer outro (Ef 1.20, 21; Jo3.31); Deus Verdadeiro (Jo1.1; Cl 2.9; Tt 2.13; I Jo5.20); Criador (Jo1.1-3; Cl 1.16-18; Hb 1.2,8-10); Juiz (Jo5.22,23; Mt 25.31-34, 41,46).

Os escritores do Novo Testamento, assim como o próprio Jesus, declararam ser ele o Salvador do mundo, cuja morte na cruz pagou a penalidade do pecado do homem. (Jo 1.29; 4.3.16; 6.29;14.6; Mt 16.21-23; 20.28; Jo 3.16; I Tm 2.5,6; At 4.12). Todos os textos citados provam sobejamente que o conceito maçônico quanto a Jesus está errado e não pode ser aceito pelos cristãos. Jesus preveniu: "E por que chamais, Senhor, e não fazeis o que eu digo?" (Lc 6.46). Os rituais maçônicos exigem que primeiro o cristão jure fidelidade à Loja, e não a Jesus. Os juramentos maçons forçam o cristão a desobedecer a Jesus Cristo.

A maçonaria chama o seu deus desconhecido pelo nome secreto de JABULON, que é um ajuntamento de dois deuses pagãos como Javé, o verdadeiro Deus. Devido a essa atitude, a maçonaria tem rejeitado a Deus, revelado no Pai, no Filho e no Espírito Santo. (Mt 28.19; Gn 1.26).

Um cristão não deve ingressar na maçonaria, sabendo que ela o leva a blasfemar contra Deus. Jesus ensinou que ninguém pode servir a dois senhores (Mt 6.24). O cristão não tem possibilidade de ser maçom e cristão ao mesmo tempo e precisa decidir por Cristo ou um politeísmo que envolve Baal e Osíris. É impossível conciliar maçonaria com cristianismo.

Ocultismo e maçonaria

A maçonaria possui também seu lado oculto. "OCULTISMO: … é o estudo dos mundos superiores ao físico: o astral, o mental e outros; é o conjunto de métodos ou disciplinas da educação individual. A maçonaria também possui seu lado oculto, que uns sistemas e ritos realçam mais que outros, porém todos têm o mesmo objetivo de aperfeiçoamento moral, intelectual e espiritual do homem, do que decorrem direitos e deveres inalienáveis.

A revista ANO ZERO, nº 18 de outubro de 1992, p. 42, declara: "O esoterismo na Maçonaria é dos elementos que mais fascinam os iniciados e também pessoas que não fazem parte da ordem".

Ensino bíblico

Em Dt 18.9-12, Deus previne os homens contra as atividades ocultistas, ao declarar serem abomináveis à sua vista tais práticas. Muitos maçons que participam dos rituais não entendem seu sentido ocultista. O fato de que muitos maçons não entendem o sentido oculto dos símbolos é lamentado por Albert G. Mackey, ao dizer: "Muitos dos escritores de grande nomeada entre os maçons desconhecem o conhecimento esotérico da maçonaria".

A maçonaria é, potencialmente, uma religião ocultista e abre a porta para o mundo do ocultista e abre a porta para o mundo do ocultismo. Encoraja a aceitação do ocultismo, de cinco maneiras, basicamente:

1ª - Aceita as premissas da Nova Era e o conceito da moderna parapsicologia, quanto aos poderes latentes dos homens (poderes psíquicos - PSI);

2ª - Apresenta arte mágicas semelhantes a outras entidades;

3ª - Incentiva o maçom a procurar "verdades esotéricas";

4ª - Está integrada no misticismo e incentiva o desenvolvimento do estado "alterado da consciência";

5ª - Muitos maçons estão trabalhando para o desenvolvimento para o despertamento do que se pode denominar "Maçonaria Oculta".

O reverendo Haroldo Reimer falou num culto que a maçonaria teve sua origem na Babilônia. Numa carta dirigida ao referido reverendo (Rio de Janeiro, 12 de outubro de 1976), um grupo identificado como Pastores e Presbíteros Maçons, Grau 33, tentou rebater essa declaração, concluindo: "O evangelho é do céu. Não se pode compara-lo a cousa alguma da terra. Mas, das coisas terrenas, a mais bela e sublime é a Maçonaria".

Nós temos registros de que maçons nos defenderam no princípio, quando chegaram os pioneiros ao Brasil. Esses maçons chegaram a proteger nossos missionários até de assassínios. Os protegidos não eram maçons, mas pastores que morreram sem sequer saber o que é a maçonaria.

Analisando o aspecto meramente humano, não são eles problema para a sociedade, como o são os grupos religiosos não ortodoxos, antes ao contrário: são benfeitores. São simpáticos, sérios e estão preocupados com a ética. Orgulham-se de ser maçons. Qualquer cidadão de boa reputação se sentiria honrado, se fosse convidado pela maçonaria para fazer parte dela.

O problema é que há na maçonaria práticas que contrariam os princípios cristãos. Apesar do lado positivo da maçonaria, todavia, com relação à fé cristã, somos obrigados a mostrar o lado negativo. Causa-nos, portanto, espanto que uma organização com tantos símbolos ocultistas e satanistas, como o pentagrama, Baphomet, pirâmides e práticas esotéricas, cabalísticas, além das doutrinas nada ortodoxas sobre a Bíblia, Deus, Jesus Cristo e o homem, seja ainda reconhecida por evangélicos como o que há de mais belo e sublime na terra.

ARTIGO COPILADO.

TATUAGENS E PIERCING

Julho 26th, 2008

A verdade sobre símbolos religiosos, tatuagem e piercing

Vivemos uma época permeada por símbolos, enraizados no ocultismo e em crenças pagãs da antiguidade. Transmitem mensagens e imprimem padrões comportamentais. Confronte-os com a Bíblia

SÍMBOLOS DA NOVA ERA

O grego symbállein dá a idéia de reunir realidades: "Se o símbolo se identificar completamente com aquilo que representa ele será adorado, como no caso da cruz."

Analise alguns à luz da Bíblia:

1. Arco-íris pela metade - pretende ligar o homem a Lúcifer.

Conduz ao inferno (Is 14.12-15; Ap 20.1-3, 10; Ez 28.11-19; Lc 10.18)

2. Fitas entrelaçadas - união infinita amarrada às forças cósmicas.

O cosmos será destruído (Is 24.19-20; 51.6-8; II Pe 3.7,10,12; Ef 1.10)

3. Yin Yang - coexistência pacífica, equilibrada entre o bem e o mal.

O bem está acima do mal (Lc 10.18; Is 5.20, 24; 1 Ts 5.4-11; 1 Jo 1.5)

4. Urano - rege a harmonia da pessoa com a mente universal aquariana.

A consulta aos astros leva à ruína (Is 47.13-14; Jr 8.2; Dt 17.2-5)

5. O olho da pirâmide - representação da divindade sobre a terra.

É abominação (Ez 20.7; 30.13; Is 19.3; 31.1-3; 2.12-18; Jr 43.12-13)

6. Cruz de Nero - pé de galinha (logo do movimento hippie), símbolo da paz sem Cristo.

Temos paz em Cristo (Jo 14.27;16.33; Is 9. 6; Fp 4. 7; CI 1.20; Rm 14.17)

7. Estrela de seis pontas - simboliza a evolução e involução.

Não há reencarnação (Hb 9.27; Jo 11.25, 26; 5.24; IJo 5.11-13) "'

CAMISETAS, ADESIVOS, TÉNIS E BONÉS COM SÍMBOLOS

1. Desenho de escorpião, serpentes e dragões (Lc 10.18-19; Ap 20.2)

2. Figuras egípcias (Ez 20.7; 30.13; Is 19.3; 31.1-3; Jr 43.12-13; 44.8)

3. Formas sensuais (I Pe 2.16; Mt 5.28; Ef 5.3; Cl 3.5-6; Is 57.8 e 17)

4. Magos e figuras esotéricas (Ez 8.5-18;13.18-21;Is 57.1-13; Lv 19.31)

5. Estampas de astros e signos (Is 47.13-14; Jr 8.2; Dt 4.19; 17.2-5)

6. Expressão de anjos e demônios (Ex 20.4; I Co 10.20, 23; I Ts 5.1-11)

7. 666 e símbolos satânicos (Ap 16.13; Ap 19.20; I Cor 10.20)

8. Gestos obscenos e maliciosos (I Pe 2.16; Ef 4.31; Ti 3.3-4; I Ts 5.22)

9. Caveira, morte e trevas (Jo 10.10; 3.19-21; Lc 23.33; Ez 37.1-12)

10. Danças ritualísticas (Analise Cl 3.17; I Pe 1.15; II Pd 3.9-12)

O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DA TATUAGEM

O Dicionário de Símbolos de J.E. Cirlot diz que "o simbolismo genérico engloba tatuagem e ornamentação como atividade cósmica, incluindo sentido sacrificial, místico e mágico. Veja alguns pontos:

1. A tatuagem pode ser um sinal de propriedade e pacto místico

No oriente (China, Japão), a tatuagem estava vinculada às divindades configuradas no símbolo. Os líbios tatuavam-se para a deusa Neit, os egípcios para Atargatis e na Síria para deuses diversos.

"Na antiguidade, a tatuagem associava-se ao culto dos deuses-demoníacos e era praticada durante ritos dedicados por feiticeiros. O sangue que brotava das feridas, o qual, segundo criam, levava consigo os espíritos malignos." "Dá idéia de consagração." O pacto era feito para se incorporar a entidade do desenho: escorpião, demônios (I Co 10.20-21)

2. A tatuagem pode identificar o grupo e ser usada como talismã.

Na Polinésia identificava o clã e a hierarquia. Na Europa do séc. XVII ela passou a ser propagada pelos marujos como talismã, distinguindo-os dos demais. A máfia japonesa, yakuza, surfistas, metaleiros, presidiários, fazem o mesmo. Os nazistas tatuavam judeus para ofenderem sua fé (I Co 3.16-17; 6.19-20; I Ts 5.5).

3. A tatuagem pode expressar anarquismo e rebeldia

A palavra tattoo, propagada por James Cook, refere-se ao som dos ossos finos usados na aplicação da tatuagem. A máquina elétrica foi patenteada por Samuel O'Relly em 1891, em Nova York, e chegou ao Brasil em 1959. A onda atual que inclui o piercing vem dos hippies e punks e da influência do rock pesado. Essa herança comunica rebeldia a Deus, à família e às autoridades. Defende a liberdade sexual e a Nova Era (Ef 5.6-13; I Ts 5.22; Cl 3.17; 2.6).

OS PERIGOS DA TATUAGEM E A BÍBLIA

Este estudo fala apenas da origem da tatuagem. Muitos a usam por razões próprias (I Co 8.9; Rm 14.12). Mas, há riscos de contrair o vírus HIV, hepatite, infecções bacterianas e virais. Se você fez a tatuagem sem orientação, a liderança da Igreja local lhe dirá como agir.

"… e escrita de tatuagem não porei em vós" (A Torá -tradução judaica). "Não façam cortes no corpo por causados mortos, nem tatuagens em si mesmos" (Lv 19.28 - NVI - Nova Versão Internacional da Bíblia).

O SIMBOLISMO E OS PERIGOS DO PIERCING

A revista Época de 25/02/2002 aponta diversos perigos do piercing:

Língua - Pode provocar fendas nos dentes e infecção geral.

Sobrancelha - Inchaço e dor impedem a higienização correta do local e abre caminho para infecções.

Umbigo - A pele pode ficar irritada com reações alérgicas.

Nariz - Danifica os vasos sanguíneos e produz cicatrizes."'

Em Ex 21.6 perfurar a orelha simbolizava um pacto de escravidão. Roland de Vaux, ex-diretor da École Biblique de Jerusalém, diz:

"As leis antigas da Mesopotâmia presumem que o escravo seja marcado, como uma rês, com uma tatuagem, um estigma feito com ferro em brasa ou ainda com unia etiqueta presa a seu corpo (Dt 15.17). …Sinal de identidade. como as tatuagens dos cultos helenísticos."

UM SINAL DE ESCRAVIDÃO

Deus aprovaria algo que chega a mutilar o templo do Espírito Santo? Veja o alerta que a Bíblia faz em I Cor 3.16-17. Existe a tese de que os locais mais perfurados estejam relacionados à salvação e que, como certos adornos, o piercing constitui uma tranca que aprisiona a alma (Ez 13.18-21). Um sinal visível de escravidão espiritual. Leia os textos abaixo, faça sua própria avaliação e tire suas conclusões:

1. Nariz - fôlego de vida (Gn 2.7; 7.22-24; Is 2.22, 42.5; Ec 3.19, 21)

2. Boca - confissão (Rm 10.8-9;IJo 1.9; Mt 15.18;21.16; Tg 3.10; Pv 21.23)

3. Sobrancelhas (olhos) - mente (Mt 6.22-23; Ef 1.17-18, 4.18; II Co 4.4)

4. Orelha - ouvir e crer (Rm 10.14-18; Hb 3.15; Is 6.10; Jr 17.23; Ap 3.6)

5. Umbigo (ventre) - sede da vida (Jo 7.38-39; 4.14; Fp 3.19; Rm 16.18)

Segundo a Clínica Mayo (EUA), numa pesquisa feita com 454 estudantes, um em cada dez usuários do piercing sofreu infecção. A Universidade de Yale informou que uma garota de 22 anos sofreu infecção no cérebro, causada por um piercing de língua. As bactérias da boca chegaram ao cérebro pelo sangue. Você sabia que a lei 9.828/97(SP) proíbe essa prática para menores e que A. La Vey, fundador da Igreja de Satanás, defendia a tatuagem e o piercing, por entender que são rejeitados em Lv 19.28 e Dt 14.1-2, e que certas tatuagens são propagandas do mal ?(Lc 10.18-20; 10.3; 20.2). O que você diz de Is 3.18-21,1 Cor 3.16.17; 6.19-20, Rm 12.1-2?

O CRISTÃO DEVE USAR PIERCING OU TATUAGEM?

O pluralismo corrói insidiosamente o cristianismo. Para muitos o piercing e a tatuagem é apenas uma questão cultural. Entretanto, "o Evangelho nunca é o hóspede da cultura; ele é sempre seu juiz e redentor," pois parte dela é demoníaca.'' O cristão está na
contramão (Tg 4.4; I Jo 2.15; Rm 12.1-2). Que prática você deve rejeitar?

1. Se traz escândalo ou fere a consciência alheia (Mt 18.7; Rm 14.21)

2. Se deforma a dignidade humana (II Cor 4.2;C13.17; I Cor 6.12)

3. Se a natureza da prática dá lugar à carne, envolve magia, ocultismo, idolatria, exploração, malignidade (Gl 5.13;Cl 3.17;IPd 1.14-25)

4. Se apresenta alguma aparência do mal (I Ts 5.22; Ef 5.8; Mt 5.13-16)

5. Se viola a autoridade dos pais, pastor, governo (Rm 13.2; Tt 1.9-10)

6. Se traz dúvidas ao coração ou à consciência (Rm 14.22; I Jo 3.20)

7. Se não traz edificação ou a glória de Deus (I Cor 6.19-20; 10.23)

Para J.R. Stott "somos diferentes de tudo no mundo que não é cristão e esta contra-cultura cristã é a vida do Reino de Deus." Por fim, H.R. Niebuhr apresenta Cristo como o transformador da cultura.

CIENTOLOGIA A RELIGIÃO DOS ARTISTA.

Julho 26th, 2008

CIENTOLOGIA - A Religião das estrelas

O que John Travolta, Tom Cruise, Michael Jackson, Juliette Lewis, Anne Archer e Lisa-Marie Presley têm em comum? Além da fama e do dinheiro, são adeptos da mesma religião: a Cientologia, cad a vez mais famosa entre os artistas de Hollywood. De onde surgiu? O que ensina esse movimento? Por que as pessoas estão dispostas a gastar grandes somas em dinheiro para participar dos seus cursos? Será que os ensinos da Cientologia são compatíveis com a fé cristã? O presente artigo tenciona responder a essas e outras questões.

Polêmica em torno de seu fundador

Fundada em 1954, no Estado da Califórnia (EUA), o idealizador dessa seita é Lafayette Ron Hubbard (1911-1986), filho de um comandante da marinha norte-americana. Segundo publicações da Cientologia ele seria formado em engenharia civil, com especialização em física nuclear, pela Universidade George Washington. "No entanto, os registros da escola revelam que ele cursou apenas dois anos, sendo que o segundo em regime probatório, tendo sido reprovado em física. Afirma-se também que ele teria Ph.D conferido por uma tal Universidade Sequoia da Califórnia, embora não haja provas de que exista uma escola superior com esse nome na Califórnia, qualificada para conceder títulos de doutorado".1

Hubbard se consagrou nas décadas de 30 e 40 como um prolixo escritor de ficção científica, chegando a escrever cerca de setenta e oito novelas desse gênero e outras obras. A biografia de Hubbard não é a das mais confiáveis, pois alguns de seus familiares resolveram romper com a Cientologia e emitiram depoimentos sobre Hubbard. Para seus seguidores, esses depoimentos não são aceitáveis, porque, segundo afirmam, faltam com a verdade. Entretanto, uma das palavras mais duras ditas sobre Hubbard veio de Ronald DeWolf, um de seus cinco filhos. DeWolf disse que seu pai era "um dos maiores trapaceiros do século".2

Desde pequeno, Hubbard costumava viajar com seu pai aos países do Oriente, o que despertou o seu interesse por diversas culturas e crenças. Mais tarde, estudou engenharia e física nuclear. Em 1950, ele publica o livro "Dianética: a Ciência moderna e a saúde mental"3 , que se tornou uma autoridade da Cientologia. Em 1959, mudou-se para a Inglaterra e, devido à forte oposição às suas idéias, deixou-a em 1966, passando a viver a bordo de um navio de 300 pés chamado Apolo, cercado de discípulos. Em 1967, começou a dirigir a Sea organization ( "Organização do mar"), sua congregação religiosa dentro da "Igreja da Cientologia". No ano de 1975, Hubbard voltou aos Estados Unidos, onde passou a levar uma vida cada vez mais discreta e retirada do público, inclusive de seus familiares. Foi então que começaram a surgir rumores sobre a eventualidade de seu falecimento. Ronald DeWolf entrou com uma petição judicial, num tribunal do Estado da Califórnia, para ser nomeado procurador dos bens do pai, alegando que ele havia morrido. Todavia, o tribunal descobriu que Hubbard estava vivo, vindo a falecer dez anos depois, mais precisamente em 1985, deixando mais de seis milhões de adeptos no mundo inteiro.

A doutrina da Cientologia

A palavra Cientologia, inventada por Hubbard, vem dos termos latinos scio, que significa conhecer, e logos, razão. Para os cientólogos, a Cientologia é uma religião cujo objetivo é "estudar o espírito, entender a relação de cada um consigo mesmo, com o universo e com outras formas de vida. É uma religião, uma sabedoria e uma ciência". Na verdade, trata-se de uma corrente de pensamento filosófico-religioso mesclada a técnicas psicoterápicas e doutrina budista.4 Segundo o próprio Hubbard, a religião criada por ele deve despertar no discípulo a consciência de que ele é imortal. É uma mistura de conceitos tirados do hinduísmo e das tradições cabalísticas. A Cientologia serve de base para uma série de técnicas como a psicanalítica (Dianética), e promete aos seus adeptos melhorar sua capacidade de comunicação e diminuir seus sofrimentos, ensinando-o a "lidar com as pessoas e seu meio".

Fundamentos básicos:

O homem é basicamente bom, composto de três partes: corpo, mente e espírito. É um ser imortal. Sua experiência vai muito além de uma só vida. Sua salvação depende de si mesmo, de seus semelhantes e de sua relação com o universo.

O corpo é um componente indesejado do ser humano.

A mente humana é limitada e não permite ao indivíduo tomar consciência de que ele é destinado a sobreviver . A mente é o sistema de comunicação entre o Thetan e o mundo ambiente.

O espírito (na Cientologia, Thetan) é onisciente e imortal e, através da pista do tempo, percorre várias vidas. O espírito é tudo aquilo que você traz de bom e de ruim desta e de outras vidas. No início, todos os espíritos eram perfeitamente felizes num eterno presente, mas acharam que era uma situação aborrecedora e foi assim que, "para brincar", criaram o universo. Mas se tornaram vítimas do seu próprio "brinquedo", esquecendo-se de que o mesmo fora criado por eles.

A teoria na prática

Através de sessões da Cientologia (auditing - audição), a pessoa passa por sete graus de purificação para libertar-se dos engramas (cicatrizes). No final desse processo, o adepto sai do estágio pré-claro para o claro. Isso, porém, é apenas a primeira etapa da purificação. A segunda é chamada de Operating Thetan ("Espírito operativo", o qual passaremos, a partir de agora, usar apenas as iniciais EO, quando nos referirmos a ele) que, por sua vez, compreende oito degraus. Nesta segunda grande fase, o Thetan passa a entender que o mundo visível não é uma realidade plena, mas, sim, aparente, e ele (o espírito) já não depende do universo que o cerca: "Uma das mais notáveis qualidades de um Thetan Operacional é a imortalidade pessoal e consciente e a liberdade relativamente aos ciclos do nascimento e da morte".5

Os cientólogos garantem que um EO pode praticar a exteriorização, ou seja, vaguear com o espírito "fora" do corpo. Nesse estágio, raramente adoece, é menos propenso a acidentes, tem memória total, QI superior a 135, imaginação criativa, vitalidade extraordinária, personalidade magnética, autocontrole, entre outras coisas. Entretanto, quando a morte vem, o Thetan vai para um lugar de descanso (Marte ou Pirinéus, segundo alguns), até que lhe seja atribuído um novo corpo. Um dos aspectos curiosos da Igreja da Cientologia é o fato de que seus membros, sem nenhuma objeção, podem pertencer a outras religiões ao mesmo tempo em que proclamam a reencarnação do espírito, doutrina que se choca com a de outras crenças.

Os degraus finais desta fase (que vai do EO-1 a EO-5, além de outros EOs) são mantidos em segredo pela Cientologia. Os claros que chegam a esse estágio não podem levar os textos para fora das instalações da Igreja e muito menos têm o direito a cópias. Segundo uma reportagem do Washington Post, de 19/08/95, dados recolhidos num tribunal de Los Angeles mostram que os membros que participam dos cursos nas instalações especiais da Igreja têm de aceder com uma zona de acesso restrito, sendo escoltados por seguranças até uma sala fechada, onde podem consultar os textos, mas tudo isso vigiados por câmaras de vídeo. Apesar de todas essas medidas extraordinárias de segurança, críticos e antigos adeptos da Cientologia têm conseguido escapar ao cerco e distribuído os textos secretos da seita (o que leva a Igreja a tomar certas medidas).

Um dos cursos secretos que demonstram a pura fantasia dos ensinos da Cientologia é o EO-3, que cobre supostos acontecimentos de 75 milhões de anos atrás. Nesse período, teria ocorrido um problema de superpopulação na "Federação Galática" (composta por 76 planetas), e o seu oficial Xenu teria sido escolhido para resolver o problema. Aparentemente, Xenu decidiu "congelar" milhões de seres e trazê-los à terra, mais precisamente no Havai e Las Palmas, onde as explosões nucleares, provocadas por oito vulcões, restauraram somente os espíritos dos exterminados. Os seres humanos seriam compostos por esses espíritos (e por alguns maus espíritos, os Body Thetans), e Xenu, capturado e aprisionado pelo seu crime. Quem sabe seja por isso que a capa do livro "Dianética" tem a imagem de um vulcão. Ao que tudo indica, todas essas coisas não passam de uma versão simples de alguns dos conceitos da Cientologia. Seus adeptos contam com grandes e numerosos volumes de literatura para que possam expandir-se nessas "ficções científicas".

A Cientologia e o cristianismo

Embora haja por parte dos cientólogos considerável esforço em conciliar os ensinos de Hubbbard com o cristianismo (como se vê em diversas de suas publicações, como, por exemplo, a brochura intitulada Cientologia e a Bíblia), a verdade é que existe um enorme disparate entre a Palavra de Deus e os ensinos de Hubbard. Vejamos alguns:

Deus

Devido ao seu caráter eclético, a Cientologia tem procurado, nos últimos anos, assim como a Maçonaria, designar Deus simplesmente como "Ser supremo", "Força de vida", a fim de facilitar a entrada de pessoas de qualquer segmento religioso. Adotam, ainda, a posição politeísta: "Existem deuses que estão acima de todos os outros deuses, e deuses além dos universos".6 Em toda a Bíblia encontramos uma afirmação inflexível a favor do monoteísmo e da singularidade do Senhor Deus (Is 43.10,11; 44.6,8; 45.5, 21,22). O apóstolo Paulo é muito claro e enfático ao afirmar que, no que diz respeito ao mundo, "há muitos deuses e muitos senhores, todavia, para nós há um só Deus, o Pai de quem são todas as cousas e para quem existimos; e um só Senhor, Jesus Cristo" (1Co 8.5,6).

O lugar de Cristo

Hubbard formou o pensamento da Cientologia sobre Jesus Cristo tomando emprestado o mesmo ensino do Budismo, do Hinduísmo, do Taoismo e do Judaísmo: "teoria moral", que defende a idéia de que Jesus é apenas um exemplo de fé, de moral e de conduta. "Nem o senhor Buda e nem Jesus Cristo eram 'espíritos operativos' (do nível mais elevado), de acordo com as evidências. Eram apenas uma sombra limpa acima".7 Não compactuamos com esses ensinos da Cientologia, pois a Bíblia proclama que Jesus é o Filho de Deus, sendo vero e eterno Deus, de uma só substância com o Pai e igual a Ele. O único mediador entre Deus e os homens. Em todo o registro da vida do Senhor Jesus Cristo em suas palavras e ações, encontramos sua singularidade. No livro de Atos, Ele é chamado, muitas vezes, de o "Santo", o "justo" ( Is 9.6; Jo 1.1, 18; 8.58; 20.28; 1Jo 5.20; Fp 2.6; 2Pe 1.1; Hb 1.8-12; Tt 2.13; Rm 1.3,4; 1Tm 2.5; 1Pe 2.22; 1Jo 3.5; Hb 7.26; At 2.27; 3.14; 4.30; 7.52; 13.35).

Hubbard fez várias declarações infundadas sobre Jesus. E uma delas foi que "Jesus era membro da seita dos essênios, que cria na reencarnação".8 Os essênios9 tinham um sistema de vida profundamente ascético, alimentavam-se frugalmente e possuíam um "Manual de Disciplina" que estabelecia regras para a vida da comunidade quanto ao que se podia comer ou não. Não aceitavam o sacrifício de animais. Impunham o celibato para seus membros, entre outras crenças. Basta uma leitura imparcial das Sagradas Escrituras para vermos que Jesus não era um "essênio". Jesus não se apartava do povo, não tinha restrições quanto à comida, chegando ao ponto de ser acusado pelos judeus: "Veio o Filho do Homem, que come e bebe, e dizem: Eis aí um glutão e bebedor de vinho, amigo de publicanos e pecadores!".

Os "essênios" primavam pela pureza exterior. Ao serem os discípulos acusados de comer sem lavar as mãos, Jesus os defendeu, dizendo: "Convocando ele, de novo, a multidão, disse-lhes: Ouvi-me todos, e entendei. Nada há fora do homem que, entrando nele, o possa contaminar; mas o que sai do homem é o que o contamina" (Mc 7.14,15).

Os essênios não criam na ressurreição do corpo. Não podiam harmonizar a idéia de um espírito puro reunido a um corpo de substância material, já que esta era má. Ao contrário, Jesus ensinou claramente que lhe era necessário sofrer muitas coisas e, por fim, ressuscitar: "Ao descerem do monte, ordenou-lhes Jesus que não divulgassem as coisas que tinham visto, até o dia em que o Filho do Homem ressuscitasse dentre os mortos" (Mc 9.9).

Jesus se opôs à reencarnação (Jo 9.1-3) e ensinou a impossibilidade de qualquer pessoa se salvar por ela (Mt 25.34, 41, 46). Em lugar de ensinar a preexistência de todas as almas, como é próprio da Cientologia, Jesus afirmou que era o único que preexistiu de fato, e não estava em um estado reencarnado: "Vós sois cá debaixo, eu sou lá de cima; vós sois deste mundo, eu deste mundo não sou" (Jo 8.23).

O homem não veio de uma "estação de implante" de outro planeta. O homem é deste mundo, unica–mente da terra. O gênero humano começou na terra, com a criação de Adão.10

Desprezo pelo corpo

Ao expressar o conceito que tem sobre o corpo, a Cientologia revela a origem de suas crenças. Ela diz que nós não pertencemos a esse corpo físico, pois é mau. Esse ensino, no entanto, é idêntico ao pensamento gnótisco11 . Os gnósticos pregavam um dualismo entre a matéria e o espírito, advogando que a matéria criada era má. A encarnação, a ressurreição e a ascensão de Cristo são essenciais ao entendimento e à fé cristã, pois mostram que não há lugar para essa torpe dicotomia entre o espiritual e o material. O cristão aceita o fato de que corpo, além de criação de Deus, é habitação do Espírito Santo (1Co 6.19). Somos instados a glorificar a Deus com o nosso corpo (1Co 6.20).

Tiago 2.26, diz: "…o corpo sem espírito é morto…". A formação do homem, desde a criação de Adão, demanda um corpo, bem como um espírito, para que ele fosse uma "alma vivente" (Gn 2.7). Um dos propósitos da futura ressurreição do corpo do cristão é reunir o corpo e o espírito, formando um ser completo.

O caminho da salvação

Como vimos, a Cientologia crê que o homem é "basicamente bom", "sem pecado". Portanto, segundo afirmam, "é desprezível e completamente abaixo de todo desprezo falar para um homem que ele tem de se arrepender, que ele é mau".12 Na visão da Cientologia, o homem tem apenas cicatrizes (Engramas), e é justamente isso que o impede de descobrir e exercitar "seu poder inerente".

À medida que a pessoa se submete às sessões de "audição"13 , em tese ela estará purificando sua mente dos ferimentos e das chagas que tenha contraído em suas existências anteriores à atual, a fim de chegar a uma conscien-tização de sua divindade.

Contrastando essa doutrina absurda, Jesus Cristo ensinou que o homem tem um grave problema: o do pecado, e está incapacitado de resolvê-lo por si mesmo. Jesus disse que o homem é mau por natureza (Mt 12.34; 7:11). Falou, ainda, que do interior do homem procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos teste-munhos e blasfêmias (Mt 15.18,19). Seu primeiro sermão foi uma exortação ao arrependimento (Mt 4.17). A pregação de João Batista (Mt 3.2), dos Doze (Mc 6.12), de Pedro no Pentecoste (At 2.38) e de Paulo aos gentios (At 17.30; 26.20) continha mensagens com forte apelo ao arrependimento para que houvesse remissão de pecados. A mensagem do arrependimento deveria ser levada por todo o mundo (Lc 24.47). Nossos irmãos, num passado não tão distante, compuseram uma magistral definição de arrependimento que os cientólogos deveriam atentar. Vejamos:

"Por ele um pecador, movido pelo que vê e sente, não só diante do perigo, mas também diante da imundícia e odiosidade de seus pecados, como sendo contrários à santa natureza e à justa lei de Deus, e na apreensão de sua misericórdia em Cristo destinada aos que são penitentes, de tal maneira se entristece e odeia seus pecados, que, deixando-os, se volta para Deus, propondo-se e diligen-ciando-se por andar com Ele em todas as veredas de seus mandamentos" (Confissão de Fé Westminster - Cap. XV, seção II).14

"Vasos rotos"

Os cientólogos precisam ouvir a mensagem do evangelho da graça do Senhor Jesus Cristo. Precisam ser despertados do fascínio do "budismo tecnológico" e romper com esses "vasos rotos" (Jr 2.13), inúteis e vazios, sem água, devendo trocá-los pela fonte da vida, da qual fluem rios de água viva (Jo 4.14).
artigo copilado.

Harry potter veja a verdade

Julho 15th, 2008

Desmascarando Harry Potter***

Você pode estar cansado de ouvir falar em Harry Potter. Afinal, meio mundo já leu sobre as aventuras do menino-bruxo nos quatro volumes até agora publicados pela escritora britânica J.K. Rowling. O outro meio mundo pode ter resistido, mas não vai passar ileso à estréia de Harry nos cinemas” (Flávia Pegorin, Revista Galileu 11/01).

Inicialmente pensei em colocar como título deste artigo: “Criticando Harry Potter”, mas depois mudei de idéia. Criticar nunca é uma palavra muito agradável e geralmente ninguém morre de amores por ela. A julgar por algumas reuniões de pais e mestres, parece que “baixar a lenha” numa atitude isolada da professora do nosso filho é bem mais fácil e saboroso do que criticar uma série que é best-seller entre adolescentes.

Mesmo quando a crítica recai sobre um assunto que fere os conceitos cristãos, ela muitas vezes é mal compreendida e pouco aceita. É sob esse ponto de vista cristão, após ter lido os quatro primeiros volumes da série Harry Potter, que eu gostaria de fazer algumas considerações a respeito do menino-bruxo:

1. Pratica a feitiçaria

Pessoalmente não conheço nenhum pai cristão que tenha presenteado um manual de bruxaria ao seu filho. Contudo, conheço alguns genitores que ingenuamente deram a seus filhos um manual de bruxaria camuflado – um dos livros da série Harry Potter.

Harry Potter não é apenas uma bruxaria bobinha de jogar quadribol voando em vassouras, pois apresenta também ocultismo da pesada onde existem maus agouros e conjuros em cemitério. No quarto livro da série, Harry é amarrado numa lápide em um cemitério onde é preparada uma poção com os seguintes ingredientes: o sangue de Harry Potter, o osso do cadáver do pai de Lord Voldemort (o bruxo malvado da série) e a carne do escravo Rabicho (que para isso amputou a sua própria mão direita). Tudo isso foi jogado dentro de um caldeirão. O resultado desse feitiço foi o ressurgimento do corpo do temível Lord Voldemort.

Puxa! Conheço alguns ex-”pais de santo” que asseguram que realizavam cerimônias de despachos muito semelhantes em alguns cemitérios. Se os outros livros da série, a serem publicados, continuarem nesse mesmo ritmo, vão rivalizar com os terreiros de macumba! Estes que se cuidem, Harry Potter está aqui…

2. O Natal sem Cristo

O feriado de Natal está presente na saga de Harry Potter, com trocas de presentes e árvores de Natal, porém sem qualquer menção ao nome do aniversariante – Jesus Cristo! Acredito que se trate de uma omissão proposital! Um Natal sem Cristo é só fantasias, sem a verdadeira paz e esperança. Os anjos, ao anunciarem o nascimento do Salvador, proclamaram: “Glória a Deus nas maiores alturas, e paz na terra entre os homens, a quem ele quer bem” (Lucas 2.14). O natal sem Cristo proporciona apenas alegrias efêmeras e superficiais, mas carece de paz real para os homens.

3. Familiarização com imagens grotescas

Quando era criança, um dos meus heróis era Rintintin, mas hoje é diferente. Atualmente, os heróis dos nossos filhos são quase sempre monstros deformados, grotescos e mutilados. O leitor de Harry Potter familiariza-se com um mundo tenebroso. Nestes tempos de Harry Potter, o imundo tornou-se lindo. Os heróis das nossas crianças podem ser aberrações monstruosas que se arrastam para fora dos esgotos, simulando inocência e fingindo tendências bondosas. Veja o que a Bíblia diz: “…que sociedade pode haver entre a justiça e a iniqüidade? Ou que comunhão, da luz com as trevas? Que harmonia, entre Cristo e o Maligno? Ou que união, do crente com o incrédulo?” (2 Coríntios 6.14-15).

4. Desrespeita regras

Harry mente, trapaceia, quebra regras, desobedece às autoridades constituídas (dos tios e dos professores), porém, no final sempre se sai bem (na vida real, no entanto, não é bem assim). O que a Bíblia ensina sobre o nosso relacionamento com as autoridades? “Todo homem esteja sujeito às autoridades superiores; porque não há autoridade que não proceda de Deus; e as autoridades que existem foram por Ele instituídas” (Romanos 13.1).

5. É vingativo

Harry Potter não conhece o que é perdoar ou dar a outra face. Ele tem um profundo ressentimento com seus tios cruéis. Em vez de perdoá-los, fica feliz em se vingar. Após ter sido bastante insultado por tia Guida, lançou um feitiço que fez a mesma começar a inchar como um balão e por pouco ela não estourou. Harry também não suporta um mau colega rival, Draco Malfoy, e fica satisfeito quando o menino erra.

Harry Potter desconhece que existe um único Deus acima de tudo e de todos, portanto, é ignorante acerca de que a vingança pertence ao Senhor e não ao ser humano. O Senhor Deus declara: “A mim me pertence a vingança” (Deuteronômio 32.35a).

6. Desestimula a boa leitura

Quem afirma isso é o norte-americano Harold Bloom, “o mais importante crítico literário em atividade”, em entrevista à revista Veja: “A linguagem é um horror. […] E o livro inteiro é assim, escrito com frases desgastadas, de segunda mão”.

Meu amigo Jehozadak Pereira, articulista do jornal A Tarde e do site Aleluia, autor do livro “O Que São Temperamentos?”, é bem mais incisivo em um artigo na internet: “A temática de Harry Potter é profundamente mística e inteiramente comprometida com bruxaria, feitiçaria e esoterismo, e é apresentada como literatura mimetizada em contos pueris, quando na realidade é perversa e advinda do inferno.”

Que este artigo não seja apenas mais uma crítica, mas que contribua para que os leitores reflitam e sejam cuidadosos, incentivando muitos a desmascarar esse sutil engano que se infiltra em nosso meio – para que juntos possamos arrancar mais uma máscara sorridente da face do mal. Por trás de um manto de ingenuidade, a série Harry Potter tem seus dentes e garras sujos de sangue, pois nela está disfarçado o próprio inimigo das nossas almas. Lembre-se… nestes tempos de Harry Potter o alerta de Jesus Cristo é muito oportuno: “Vê, pois, que a luz que há em ti não sejam trevas” (Lucas 11.35).

discos voadores, verdade, ou mentira do diabo

Julho 14th, 2008

Este é um assunto que atualmente tem chamado a atenção, não só das personalidades e comunidades científicas, mas também dos escolhidos de Deus ( Povo de Deus ), assim como daqueles que concluímos serem "leigos" no assunto. E, lendo alguns livros e relatos sobre o assunto, sinto-me na obrigação de fazer conhecida por todos o que considero serem as verdades bíblicas sobre OVNIs.

Vivemos em um mundo conturbado por problemas sociais que a cada dia dilatam mais ainda as idéias sobre as possibilidades e teorias sobre muitas coisas envolvendo o ocultismo, entre elas a ufologia. Eu apenas quero dar motivos (nos quais eu creio e afirmo com toda convicção da sua verdade) para que creiamos que os nossos visitantes não são bem aquilo que pensamos!

Um texto bíblico que chama a atenção sobre o assunto está em Lucas 21.11 que diz assim:
"Em vários lugares haverá grandes tremores de terra, falta de alimentos e epidemias. Acontecerão coisas terríveis, e grandes sinais serão vistos no céu".

Jesus Cristo, nos adverte contra o que haveria de acontecer no considerado pelos cristãos de todo o mundo como o final dos tempos. Apenas uma profecia apocalíptica para que nos preparássemos. Essas coisas realmente tem acontecido, só que muitas pessoas não tem procurado a verdade sobre tudo, porém existe algo mais, existe uma trama maligna diante dessas aparições e fenômenos anormais, que procura profanar o evangelho de Jesus Cristo. A finalidade principal, creio eu, é acabar com dogmas e doutrinas do cristianismo e consequentemente pregar as doutrinas do ocultismo, espiritismo e, finalizando, erguer a Nova Era e suas mentiras.

Quanto a isso, o apóstolo Paulo também nos adverte na carta aos Gálatas 1. 8:

"Mas, se alguém, mesmo que sejamos nós ou um anjo do céu, anunciar a vocês um evangelho diferente daquele que temos anunciado, que seja amaldiçoado!".

Paulo expressa sua preocupação neste texto sobre o cuidado com as contradições que esses "visitantes" afirmam quanto ao evangelho. Ele adverte ao povo, quanto a astúcia do maligno em usar pessoas e até mesmo criaturas "celestiais" para profanar e desmoralizar a Palavra de Deus. O termo "anjo do céu" refere-se aos anjos decaídos do céu, os quais foram a favor de Lúcifer e seus ideais. Faz-se então necessário esclarecer o que se refere a celestial. Biblicamente, existem três dimensões do chamado céu. Um é o que nós enxergamos, onde só existe mesmo o que é visível. O Segundo Céu são as chamadas Regiões Celestiais, onde acontecem as constantes batalhas espirituais entre os anjos de Deus e os do Diabo. O Terceiro céu é onde conhecemos como o Céu de Deus, onde habita o Deus Supremo e seus anjos.

Dr. Walter Martin, considerado a autoridade máxima em seitas e ocultismo declara:
"O segredo é a teologia deles. Dizem todos a mesma coisa e tudo é uma deturpação da Bíblia. Isso me faz acreditar que o que a Bíblia disse que ocorreria está acontecendo. Estamos tratando com uma outra dimensão da realidade que a Bíblia menciona freqüentemente. Ela é chamada de ‘domínio das potestades do ar’. Em outras palavras, trata-se de uma manifestação sobrenatural que o cristianismo, o islamismo e o judaísmo chamariam de demoníaca. Não penso que exista um demônio por trás de cada arbusto ou árvore. Estou apenas dizendo: o que poderíamos esperar no fim dos tempos em nossa cultura avançada? Esperaríamos uma manifestação que se ajustasse às estruturas da nossa era. Que melhor maneira de atrair-nos do que com visitantes intergalácticos? … Temos obsessão por eles!".

Elaine Morganelli, uma das participantes da reunião de Whitley Strieber (autor de vários best sellers sobre o assunto, como Communion e Transformation. Strieber possuía ainda antecedentes fortes no ocultismo (Zen, cartas de tarô, estados alterados de consciência, Gurdjieff e Ouspenjsky) e além dos livros sobre OVNIs, escreveu ainda vários livros ocultistas, como Black Magic, Night Church, The Hunger… ), conclui o que acontecera; uma resposta amedrontadora, mas real: "O que me chamou a atenção foi quando ele (Strieber) se referiu ao Senhor e seus anjos como ‘Nazistas do Ar’. Quando ele fez esse comentário, pensei: ‘É isso! Estou fora’" .

Paulo preocupava-se com esse tipo de artimanha do maligno para nossa época. Paulo estava completamente certo!

Strieber, na condição de adepto das filosofias ocultistas, tem importantes definições dos nossos ‘amigos’ do espaço. Em um dos trechos de seus livros, Whitley relata uma curiosidade sobre a sua relação com OVNIs, reparem uma certa "conscidência" com o ocultismo:

"Fiquei completamente amedrontado. O medo era tão grande que pareceu fazer com que toda a minha personalidade se evaporasse… ‘Whitley’ deixou de existir. O que ficou foi um corpo e uma sensação extrema de medo, tão grande que me envolveu como uma cortina pesada e sufocante, transformando a paralisia numa condição semelhante à morte… eu morri, e um animal selvagem apareceu em meu lugar.

Em outros pontos retrata fatos importantíssimos ao descrever um dos alienígenas:
"Parecia quase um demônio, com um rosto estreito e escuro, olhos puxados. Falou comigo numa voz aguda e guinchante".

Strieber comenta seus pensamentos: "Fiquei pensando que talvez estivesse nas garras de demônios, … é claro que eram demônios!", e fala ainda sobre agonias íntimas (seqüelas e traumas dos seqüestros).

Se cremos que a Bíblia é completa e indivisível, se cremos que existe um Deus lá no céu que escreveu a sua Palavra Divina através de homens comprometidos com Ele, não podemos deixar de atentar para o fato de Ovnis serem entidades demoníacas, que estão cumprindo as profecias apocalípticas.